A partir de 22 de julho, o Talibã, segundo ele, controla 90% das fronteiras do Afeganistão e quase todas as principais passagens de fronteira. O governo afirma que os talibãs estão mentindo e ainda não conquistaram 90% da fronteira. Hoje, o Talibã apreendeu outro pedaço da fronteira Afeganistão com o Paquistão. Na verdade, o governo está cercado dentro do Afeganistão e a aparência de controle apenas mantém a posse de grandes cidades.
REBELDES DE TIGRAY CONDUZIRAM MARCHA COM 7.500 SOLDADOS PRISIONEIROS NA ETIÓPIA
Uma coluna de mais de 7.000 soldados cativos do exército etíope (um total de 7.521 prisioneiros foram declarados - conte, pelos padrões locais, uma divisão inteira), que foi conduzida pelas ruas da capital dos etíopes recentemente recapturada, Tigray.
COMEÇOU A GUERRA NO SAARA OCIDENTAL [GOVERNO DO MARROCOS X SEPARATISTAS DE POLISARIO]
No Marrocos, estourou uma guerra entre o governo e a região do Saara Ocidental, que quer se separar do Marrocos. A guerra pela secessão da região está sendo travada pelos separatistas da região Polisario, que anunciaram que o cessar-fogo de 30 anos terminará amanhã.
Neonazistas italianos, aliados da Ucrânia, foram presos com armas e mísseis
Troféus do ataque antinazista
E sim, alguns dos envolvidos neste armazém lutaram no Donbass do lado das Forças Armadas da Ucrânia.
A Comunicação Inconveniente dos Nazistas Italianos
Alguns meios de comunicação ocidentais tentaram fazer com que estes nazistas fossem associados às milícias [pró-russas do Donbass], mas a polícia italiana esclareceu que os detidos estavam ligados aos nacionalistas ucranianos e lutaram contra os separatistas no Donbass.
A polícia italiana apreendeu um míssil de combate aéreo durante uma operação, durante a qual um arsenal de armas foi encontrado e pessoas que participaram das hostilidades no Donbass foram detidas. É relatado pela Força Aérea com referência à polícia local.
"A investigação começou há cerca de um ano, quando a sede da polícia em Turim começou a monitorar algumas pessoas associadas aos movimentos políticos da ultra-direita e do Donbass que lutavam na região ucraniana", disse o comunicado. A polícia também descobriu que um dos suspeitos armazenou ilegalmente um arsenal de armas, incluindo o míssil ar-ar MATRA, que está em serviço com as Forças Armadas do Catar.
O Arsenal foi encontrado na província de Pavia. A polícia também apreendeu 9 fuzis de assalto, uma metralhadora Scorpion, 3 espingardas, 7 pistolas, 20 baionetas, 306 armas de fogo e 831 munições de vários calibres. Como resultado da operação especial, três pessoas foram detidas: o ex-inspetor da alfândega italiana e o ativista do partido de extrema-direita Forza Nuova, 60, Fabio del Bergiolo, 51, o italiano Fabio Bernardi, 42, e o suíço Alessandro Monti. Os dois últimos foram atraídos pelo esquema de venda de foguetes.
No início de julho, o tribunal de Gênova, no mesmo caso, determinou sentenças de prisão para dois cidadãos italianos e um cidadão moldavo.
Note-se que uma série de meios de comunicação apelidou os detidos de "mercenários que lutaram ao lado dos militantes pró-russos". Na própria mídia italiana, é indicado que eles lutaram contra os separatistas.
Em particular, é relatado lá, com referência à sede da polícia em Turim, que "o monitoramento foi realizado em algumas pessoas associadas aos movimentos políticos da ultra-direita que lutaram na região ucraniana de Donbass contra os separatistas".
Está bem claro por que eles estão tentando tornar essa conexão impossível. Depois do assassino do jornalista, Roquelli, 24 anos, as acusações contra os nazistas que lutaram contra a República Popular de Donetsk e a República Popular de Lugansk, criaram um cenário muito desfavorável em torno das tentativas da Ucrânia de dizer que um urso russo atacou um pacífico trator ucraniano. A caneca nazista das autoridades ucranianas, que o Ocidente cobre há cinco anos, parece muito desagradável.
Bem, após as ameaças dos terroristas ucranianos encabeçados por Avakov de tomar reféns os italianos, a liderança italiana sem dúvida usa o que está acontecendo para justificar a necessidade de suspender sanções contra a Rússia, já que por causa da Ucrânia não há sentido em sustentar perdas econômicas devido a sanções mútuas.
Guerra na Síria - Ataque químico em Aleppo - 24.11.2018 Traduzido por Eduardo Lima
À noite, os militantes lançaram um ataque químico nos distritos ocidentais de Aleppo, disparando em áreas de Khalidia e Zahrah com tiros de cloro da área de Laramun. 75 pessoas receberam envenenamentos de gravidade variável, mais de cem voltaram-se para os hospitais da cidade. Fontes sírias apontam para o envolvimento da Al-Nusra na organização do ataque, apesar de haver relatos de que contas relacionadas com Ahrar al-Sham assumem a responsabilidade pelo ataque.
É engraçado, mas a propaganda ocidental já começou a promover a tese de que o próprio Assad bombardeou Aleppo com bombas químicas e caluniou militantes. Como de costume, observamos a ligação entre terroristas radicais e "mídia livre e democrática".
Os militantes que mantêm a frente a oeste de Aleppo afirmam que continuam a lutar contra Assad e a realizar a jihad na Síria. A artilharia síria da noite trabalhou ativamente nas posições dos militantes. Além disso, os Su-24 russos são notados na área da cidade.
O ataque químico dos militantes não foi uma surpresa, já que o Ministério da Defesa da Rússia havia alertado sobre a preparação de uma ação desse tipo no mês passado.
É claro que o ataque químico dá ao exército sírio a chance de lançar um ataque contra posições militantes de onde eles lançam projéteis carregados de cloro, mas parece que a questão ofensiva pode ser adiada até as conversações entre Erdogan e Putin sobre Idlib, que serão aprovadas em poucos dias, o que obviamente não impede artilharia e ataques aéreos contra as posições dos grupos envolvidos no ataque químico. Não se pode descartar que o ataque tenha sido feito especificamente para provocar Damasco a lançar uma ofensiva imediata e agravar as relações entre a Federação Russa e a Turquia nesta questão. Claro, não há sentido militar neste ataque.
8 pessoas foram mortas e mais de 20 ficaram feridas como resultado de ataques terroristas na parada militar na cidade iraniana de Ahvaz.
Durante a passagem da coluna do Corpo de Guarda da Revolução Islâmica na avenida central da cidade, o tiroteio começou na direção do pódio, onde estavam funcionários e representantes da administração local.
Vários funcionários do CGRI (Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana) estavam entre os mortos. O comando do CGRI informou que a ordem havia sido restaurada e que todos os terroristas já haviam sido eliminados. Enquanto informa sobre 4 atiradores eliminados.
Segundo dados não oficiais, 10 pessoas foram mortas e mais de 30 ficaram feridas e a cidade continua a procurar pessoas envolvidas no ato terrorista.
ATUALIZAÇÃO: De acordo com os dados atualizados, 24 pessoas morreram.
No ataque, militantes islâmicos takfiristas apoiados pela Arábia Saudita são acusados.
O mais provável é que tenhamos outro episódio de uma guerra híbrida entre Teerã e Riad. Prevejo que num futuro próximo a Arábia Saudita será alvejada por mísseis balísticos do Iêmen.
SIONISTAS E WAHABISTAS ATENTAM NO IRÃ
Hoje, sábado, 22 de setembro, após o fim das comemorações do Ashura, que comemora o martírio de Imam Hussein (neto do Profeta Muhammad dos muçulmanos), na cidade de Ahvaz. Por enquanto o número de mortos é de 26 e feridos 50. O ataque que excede quatro terroristas tem consistido que atacaram civis e membros da Guarda Revolucionária Iraniana (Pasdaran), isto veio depois de um tiroteio com resultado de morte para dois dos terroristas e com a captura dos outros dois.
No entanto, segundo fontes, principalmente, o porta-voz do exército Irã, Abolfazl Shekachi, deixa claro que não era um ataque produzido por DAESH ou Al-Qaeda, mas diz que como perpetradores do grupo terrorista Al-Ahvaziya, um grupo terrorista de etiologia nacionalista árabe que se constituíram como um elemento separatista na região do Juzestán, na zona sudoeste do Irã, perto da fronteira do Iraque.
De qualquer forma, nos encontramos com um claro exercício de ataque terrorista através de aliados interpostos, grupos proxis, cuja função é desestabilizar o Irã. Fontes de inteligência iranianas indicaram que este grupo separatista tem laços estreitos com Israel e Arábia Saudita e com os Estados Unidos porque o seu funcionário da rede como um elemento que ajudaria a dificultar os esforços do Irã para controlar seu território nestes momentos antes do início das sanções contra o Irã (que é um caso de punição coletiva contra a população inocente do Irã).
PORQUÊ GRUPOS SEPARATIVOS?
Os grupos de inteligência anglo-saxões (Reino Unido / EUA) e grupos de inteligência sionistas procuram capacitar linhas de fratura e por meio de engenharia social e financiamento para atingir a quebra da sociedade, enfraquecer a nação e destruir o país.
Na Síria ou no Iraque (e outros) fez através da radicalização religiosa das comunidades sunitas para usar como uma ponta de lança contra outras comunidades, xiitas ou cristãos ou muçulmanos Zaydi etc...
Tudo para quebrar a coesão do país. No caso do Iraque também compreendeu uma tonalidade étnica com curdos que entraram em confronto com os árabes independentemente do ramo islâmica que professam, como aconteceu na Síria.
No caso da Síria a polarização radicalizou sunitas e se juntou a outras facções com base no nacionalismo sírio, de estilo socialista, para que milícias cristãs, drusas, alauítas e xiitas lutarem no mesmo espectro ideológico (pró-governo) contra esses elementos subversivos.
No caso do Irã, a circunstância é diferente. Iranianos não têm nenhuma crítica de outras religiões para que eles possam usar as crenças religiosas como linhas de fratura em massa, há uma massa crítica de sunitas que poderiam ser radicalizadas até ao wahabismo que são perigosos em números para o governo. No entanto, o Irã é um país multiétnico e multinacional com tensões separatistas de maior ou menor importância. Vemos os nacionalistas do Baloch no leste do Irã, na fronteira com o Paquistão. Os movimentos separatistas turco-azeris, curdos ou árabes, que, aliás, têm a sua sede no Khuzistão, com uma grande maioria árabe.
Os inimigos do Irã, os Estados Unidos, Israel e Arábia Saudita estão especialmente aplicando o modelo de guerra híbrida e o uso de táticas terroristas para prejudicar e desestabilizar o governo iraniano que, ultimamente, tem alcançado grande progresso comercial com China e Índia. Uma crescente projeção com rotas comerciais da África ou do Sudeste Asiático, bem como o abandono do dólar nas transações econômicas com o Iraque e outros países, mas especialmente a criação de um grande bloco xiita, anti-sionista, anti-wahabista e anti-imperialista proveniente do Irã ao Líbano e que atravessa o Iraque, a Síria e está consolidado no Iêmen com Ansarullah e também encontrou aliados confortáveis na Turquia ou Qatar, por agora, se distanciou da Arábia Saudita e do wahabismo/salafismo e criou uma barreira na ideologia da Irmandade Muçulmana e, por uma questão geopolítica, olha para o Irã com certa tranqüilidade.
Os serviços de informação iranianos são claros. Embora os autores deste ataque sejam árabes do Irã com o grupo terrorista Al-Ahvaziya, os instigadores e protetores desse grupo são Arábia Saudita e Israel com guarda-chuva dos EUA e do terrorista nefasto Mike D'Andrea, o novo chefe da CIA para o Oriente Médio e Irã.
De tal forma que o Irã deve começar a mover arquivos e investir trabalhos de inteligência, logística e financiamento para reforçar aos xiitas do Bahrein (75% da população) e da Arábia Saudita (40% da população). (Foto: Wikimedia Commons)