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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

PUTIN REVELA DOCUMENTOS DE PAÍSES QUE FIZERAM ACORDOS COM ADOLF HITLER

PUTIN REVELA DOCUMENTOS DE PAÍSES QUE FIZERAM ACORDOS COM ADOLF HITLER

O presidente russo Vladimir Putin, em uma reunião dos chefes de estado da CEI, apresentou vários documentos sobre tratados entre diferentes países e a Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial, e leu alguns deles, incluindo transcrições.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

RÚSSIA PRENDEU 106 APOIADORES DO GRUPO NEONAZISTA UCRANIANO 'MKU'

RÚSSIA PRENDEU 106 APOIADORES DO GRUPO NEONAZISTA UCRANIANO 'MKU'



O Serviço de Segurança da Rússia (FSB) deteve 106 simpatizantes do grupo neonazista ucraniano MKU em 37 regiões russas, dois deles são suspeitos de preparar ataques a instituições educacionais. Isso foi relatado à TASS na segunda-feira no Centro de Relações Públicas (DSP) do FSB.

"O Serviço de Segurança Federal, em cooperação com o Ministério de Assuntos Internos e o Comitê de Investigação da Federação Russa, realizou medidas de busca operacional e ações investigativas contra 106 apoiadores do grupo juvenil neonazista ucraniano MKU identificados em 37 regiões do Federação Russa. "Yegor Krasnov, nascido em 2000, incluído na lista internacional de procurados e agindo sob os auspícios dos serviços especiais ucranianos.

"Entre os apoiadores do MKU detidos, três administradores das comunidades da Internet da organização foram identificados que propagandeavam a ideologia extremista na direção de Krasnov e pediam ações violentas. Mais dois detidos são suspeitos de preparar ataques armados contra instituições educacionais", disse o FSB.


O DSP observou que "o objetivo das medidas era suprimir a ação inspirada por Krasnov em várias regiões da Federação Russa, no âmbito da qual seus apoiadores, através de mensageiros e redes sociais, foram informados sobre a prática de atos terroristas e assassinatos em massa. " Ao mesmo tempo, na região de Penza e na República de Komi, foram reprimidas as atividades criminosas de dois grupos extremistas de cinco e oito pessoas, filiados ao MKU. Em seus endereços foram apreendidos armamentos e munições de caça civil de calibre liso e raiados, pistolas pneumáticas, pistolas vazias e metralhadoras. As informações sobre as intenções de convertê-los em contrapartes de combate agora estão sendo verificadas. Um grande número de armas afiadas e latas de gás lacrimogêneo também foram apreendidas.

“A questão de levar essas pessoas à justiça está sendo resolvida. Em relação ao restante dos detidos, incluindo aqueles que se correspondiam diretamente na Internet com Krasnov e receberam instruções dele sobre como realizar ações violentas e criar meios de terrorismo caseiro, verificação as medidas continuam, de acordo com os resultados das quais serão tomadas as devidas decisões processuais ou medidas preventivas ”, afirmou o FSB. O Departamento de Investigação Principal do Comitê de Investigação da Federação Russa contra E. Krasnov está investigando um caso criminal sob a Parte 4 do art. 33, parte 2 do art. 105 do Código Penal da Federação Russa.

Desde o início do ano, o FSB realizou várias operações especiais de grande escala para deter apoiadores do "MKU". No total, cerca de 60 neonazistas foram detidos na Rússia desde março.


COMENTÁRIO DO BLOG COLONEL CASSAD:

É importante notar que estamos a falar de um agrupamento supervisionado pelos serviços especiais da Ucrânia, que de facto com as mãos deste grupo estão a organizar ataques terroristas e massacres no território da Rússia. Claro, tais atividades continuarão no futuro, até que a questão seja encerrada com aqueles que supervisionam tais atividades. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

LIVRO 'OS MENINOS DO BRASIL' [FICÇÃO, NAZISMO E CLONAGEM]

LIVRO 'OS MENINOS DO BRASIL' [FICÇÃO, NAZISMO E CLONAGEM]

Neste vídeo eu compartilho minhas impressões sobre o livro de ficção científica OS MENINOS DO BRASIL, do escritor Ira Levin.


LIVRO 'OS MENINOS DO BRASIL':

FILME: 'OS MENINOS DO BRASIL' REMASTERIZADO DUBLADO: https://youtu.be/_v9TAhKOmD4

domingo, 1 de agosto de 2021

LIVE ESPECIAL COM O PROFESSOR GUILHERME HOWES

LIVE ESPECIAL COM O PROFESSOR GUILHERME HOWES

Professor de Teoria Social & Ciência Política na Universidade Federal do Pampa, RS.

TEMAS ABORDADOS: Anticomunismo no Youtube, Mentiras que contam sobre Karl Marx, A legitimidade ou não da queima de monumentos públicos, bolsonarismo e nazismo, Manifestações anti-Bolsonaro, MBL e PSDB, Jessé de Souza x Jones Manoel, e etc, etc, etc.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

UCRÂNIA ESTÁ PRONTA PARA LEGALIZAR CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

UCRÂNIA ESTÁ PRONTA PARA LEGALIZAR CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

O projeto de lei sobre internamento (reassentamento forçado) de cidadãos russos, apresentado pelo governo ucraniano para consideração da Verkhovna Rada, é uma evidência da política de genocídio e uma tentativa definitiva de "limpar" aqueles que pensam, falam e vivem em russo.

sábado, 7 de dezembro de 2019

Zoya Kosmodemyanskaya, a guerrilheira símbolo da luta contra o nazismo

Zoya Kosmodemyanskaya, a guerrilheira símbolo da luta contra o nazismo



Zoya Kosmodemyanskaya nasceu no dia 13 de setembro de 1923, na província de Tambov, na União Soviética.

Seu nome é uma referência aos santos Cosme e Damião (Kosma e Demyan, em russo). Aos seis anos, sua família muda-se para a Sibéria, onde Zoya tem uma parte de sua infância em grande contato com a natureza. Aos oito anos, nova mudança. Dessa vez para a capital, Moscou. É lá que Zoya inicia sua formação política, ingressando nas Pioneiras, a organização responsável pelos primeiros ensinamentos socialistas às crianças e jovens de oito a quinze anos. Aos dez anos, seu pai morre precocemente.

Aos quinze anos, é transferida para o Komsomol, a juventude do Partido Comunista. Lá, cumpre com zelo as tarefas que lhe são confiadas, dedicando-se especialmente ao trabalho da alfabetização de adultos. Propõe e aprova em seu coletivo a meta de que cada militante seja responsável pela alfabetização de pelo menos mais 10 pessoas. Dizia que gostava desse trabalho porque a fazia sentir-se mais adulta, mais responsável. Essa responsabilidade também demonstrava em casa, sempre ajudando sua mãe nos serviços do lar e na educação de seu irmão mais novo, Shura. Adorava literatura e história. Seu sonho era ser escritora. Nessa época escreveu em seu diário:

"Respeita-te a ti mesmo; não te superestimes; não sejas incomunicável; não sejas parcial; não andes a clamar que os outros não te respeitam ou te apreciam; trabalha com afinco para te desenvolveres e assim adquirirás maior confiança em ti mesmo"

O trabalho na retaguarda

Os sonhos de Zoya, porém, e os de milhões de jovens em todo o mundo estavam ameaçados. O capitalismo criara o nazismo com o objetivo de aumentar a exploração sobre os trabalhadores em todo o mundo. O principal alvo da fúria nazista era a União Soviética, o seu governo revolucionário. Em 22 de junho de 1941, Zoya ouve pelo rádio o discurso do Molotov, Comissário do Povo para Assuntos Estrangeiros, anunciando a invasão nazista ao território soviético. Como militante do partido, tinha recebido treinamento militar e, no mesmo dia, alista-se nas forças de defesa.

A ataque nazista é cruel e fulminante. Várias cidades são destruídas. Moscou é bombardeada. Zoya participa da defesa da cidade durante os ataques aéreos. Depois, é transferida para a retaguarda, para os campos de batata que alimentam as tropas. Lá, se destaca não apenas na produção como também na luta política, mantendo sempre elevado o moral de seus companheiros de trabalho. Escreve para a mãe:

"Minha adorada mamãe: perdoa-me por não ter escrito ainda. É que me falta o tempo para cartas. Mamãe querida, bem sabes que estamos arrancando batatas, para ajudar o Estado a fazer a colheita ... o trabalho aqui não é nada fácil, mas não te preocupes, quando voltar para Moscou verás como estou bem e feliz."

A Guerrilheira Tanya

Quando termina seu trabalho no campo de batatas, Zoya volta a Moscou. A ameaça nazista, porém, ainda estava presente e cada vez mais próxima da capital. Zoya sabia que tudo de bom que os trabalhadores haviam construído depois do triunfo da Revolução de 1917 corria o risco de cair na mão dos nazistas, os mais reacionários inimigos do povo. Assim que toma conhecimento da situação, não tem dúvida: decide alistar-se como guerrilheira. A partir daí, adota o nome clandestino de Tanya. Antes de partir, diz a sua mãe: "Não te desesperes, mãe. Se me acontecer alguma coisa, não é razão para se desesperar. O Soviete cuidará de ti".

Os guerrilheiros tiveram uma participação decisiva na vitória soviética sobre o fascismo. Enquanto o Exército Vermelho encarava o exército nazista, impedindo seu avanço, os guerrilheiros, compostos principalmente de civis, atacavam a retaguarda do inimigo. Sua missão era causar todo dano material e humano possível. Destruíam mantimentos, armazéns, vias de transporte e comunicação. Preparavam emboscadas e armadilhas. Atuavam à noite. Não permitiam que o inimigo descansasse, obrigando-o a ficar sempre alerta. Agiam como espiões. Forneceram valiosas informações ao Exército Vermelho.

O destacamento guerrilheiro de Zoya foi responsável por vários ataques às tropas invasoras. Uma informação, porém, iria mudar para sempre a história de Zoya. Ela e seus camaradas descobrem que uma pequena cidade nos arredores de Moscou, Petrishevo, fora invadida pelos alemães e transformada em um quartel-general. As casas haviam sido tomadas e os habitantes obrigados a servir aos nazistas. Zoya sabia seu dever. Sabia que as tropas de Hitler não poderiam ter um segundo sequer de descanso, e a idéia de que um povoado inteiro servia de refúgio para os fascistas a enfureceu profundamente. Reúne dois outros guerrilheiros e diz: "Vamos ver que espécie de repouso eles vão ter".

Durante a noite, com grande habilidade, entra em Petrishevo sem ser notada. Alguns minutos depois, vários prédios da cidade estão ardendo em chamas. Zoya só se retira quando tem certeza de que o fogo estava suficientemente alto. Na saída, ainda corta os fios telefônicos, para impedir que os nazistas pudessem pedir socorro.

Apesar da ação bem sucedida, Zoya descobre que os fascistas haviam conseguido apagar o incêndio e que a cidade continuava a servir de quartel para os agressores. Insatisfeita, resolve voltar para terminar seu trabalho. Dessa vez, entra na cidade disfarçada em roupas de homem. Escondidos sobre o casaco e em todas as partes, benzina e fósforos. Conseguiu entrar em um dos prédios, mas havia caído em uma armadilha. Antes que pudesse sacar seu revólver, foi presa pelos alemães.

"Lutem sempre!"

Zoya foi espancada e torturada. Com o corpo e as roupas cobertos de sangue, foi levada à casa do camponês Vasily Kulik, que relatou o que viu:

– Quem é você? – pergunta o tenente-coronel Ruderer, comandante do 332º. regimento nazista.

– Não digo. – respondeu Zoya.

– Foi você que ateou fogo no estábulo na noite de anteontem?

– Sim.

– Qual seu objetivo ao fazer isso?

– Queria destruí-lo.

– Quando atravessou a fronteira?

– Não digo.

– Quem lhe mandou?

– Não digo.

Furioso, o coronel disse:

– Não diz? Em breve dirá.

Zoya foi torturada por mais duas horas. Mas, ao contrário do que pensava o coronel, ela não disse nada. Após as torturas, o camponês Vasily conseguiu convencer um dos guardas a deixá-lo levar um copo d'água para Zoya. Ela perguntou:

– Quantas casas eu queimei?

– Três. – respondeu Vasily.

– Queimei algum alemão?

– Um.

– Que mais?

– Vinte cavalos e o cabo telefônico.

Zoya suspirou. Gostaria de ter causado mais prejuízos. Mas a informação do resultado de seu ataque a reconfortou. Durante o dia seguinte, novas sessões de tortura. Mais uma vez ela não disse nada. Vendo que os interrogatórios eram inúteis, os nazistas decidiram enforcar Zoya em praça pública. Em seu pescoço penduraram uma placa com os dizeres: "Incendiária de lares". Queriam que sua morte servisse de exemplo para os soviéticos. De fato, Zoya haveria de ser tornar um exemplo, porém bem diferente do que os nazistas planejaram.

A forca foi montada na praça central. Embaixo, uma cadeira. Os habitantes de Petrishtshevo foram obrigados a comparecer. Alguns choravam, outros viravam o rosto. Mas os alemães haviam ordenado, até, que fossem tiradas fotografias desse momento. Em cima da cadeira, com a corda no pescoço, Zoya aproveitou-se da espera e iniciou uma vibrante agitação política: "Avante, camaradas! Por que estão tristes? Sejam bravos! Continuem nossa luta. Matem alemães! Queime-os! Envenenem-nos!".

Os nazistas enlouqueceram. Não sabiam o que fazer. A máquina fotográfica foi rapidamente guardada. O carrasco correu para empurrar a cadeira. Zoya ainda gritou: "Lutem sempre! Stálin está conosco!".

Foram suas últimas palavras. Isso aconteceu no dia 5 de dezembro de 1941. Zoya tinha, então, 18 anos. Seu corpo ficou pendurado durante vinte dias. Suas palavras e seu exemplo, porém, correram a União Soviética como um raio. Seguindo o exemplo de Zoya, milhares de jovens alistaram-se como guerrilheiros. Os guerrilheiros faziam da vida dos invasores um inferno. Os soldados de Hitler não podiam descansar. Não podiam dormir. Em qualquer lugar, a qualquer momento, havia um guerrilheiro pronto para atacar. Muitos soldados nazistas enlouqueceram. Milhares foram mortos pelos guerrilheiros.

Em 1º de dezembro de 1942, um ano depois da morte de Zoya e já durante a contra-ofensiva soviética, o jornal Izvestia publicou a seguinte notícia: "No decorrer dos primeiros dias da ofensiva de Rhzev, os soldados do general Povetkin esmagaram várias unidades de tropas alemãs".

Entre essas tropas, completamente destroçado e atemorizado, estava o regimento que havia assassinado Zoya. O glorioso Exército Vermelho havia conseguido vingar a morte de sua heroína.

Homenagens

O silêncio de Zoya ante os nazistas foi tal que mesmo o Exército Vermelho teve dificuldade de identificar quem era a guerrilheira Tanya. Em 16 de fevereiro de 1942, Zoya tornou-se a primeira mulher a receber, postumamente, o título de Heroína da União Soviética. Em 1944, Lev Arnshtam fez um filme sobre sua vida. Foram compostas também peças de teatro e músicas em sua homenagem. Dois asteróides descobertos por astrônomos soviéticos foram batizados com seu nome. Ainda hoje há estátuas de Zoya nas cidades de São Petersburgo (antiga Leningrado), Tambov, Dorokhov e Petrishevo.

Durante a década de 1980, uma das principais militantes da Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão, organização que lutava contra a opressão fundamentalista sobre as mulheres daquele país, adotou o nome Zoya como seu nome clandestino. Assim, Zoya Kosmodemyanskaya continua inspirando os revolucionários em todo o mundo.

Referências:

Santa Rússia. Maurice Hindus. Editorial Calvino. 1944

www.greeklish.org/features/zoya

Zoya Kosmodemyanskaya. Extraido del filme La Batalla de Moscú (URSS)




Camarada Cristiano Alves fala sobre Zoya Kosmodemyanskaya em frente ao seu monumento no metrô de Moscou


terça-feira, 6 de agosto de 2019

OTAN E NAZISMO, UMA IRMANDADE

OTAN E NAZISMO, UMA IRMANDADE


Irmãos da Floresta, regimento Azov, Abdelhakim Belhadj, o Estado Islâmico e o terrorismo «moderado», fornecimento clandestino de armamento sofisticado. A associação entre a OTAN e os nazi-fascismos é um fato.



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domingo, 21 de julho de 2019

Site neonazista ucraniano ameaça os jornalistas brasileiros André Ortega e Pedro Marin

Site neonazista ucraniano ameaça os jornalistas brasileiros André Ortega e Pedro Marin


Os jornalistas independentes da 'Revista Opera' estão sendo ameaçados por um site chamado Myrotvorets (O Pacificador). O site é ligado aos grupos neonazistas ucranianos que promovem limpeza étnica na guerra civil do Leste da Ucrânia.



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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Neonazistas italianos, aliados da Ucrânia, foram presos com armas e mísseis

Neonazistas italianos, aliados da Ucrânia, foram presos com armas e mísseis

Troféus do ataque antinazista


E sim, alguns dos envolvidos neste armazém lutaram no Donbass do lado das Forças Armadas da Ucrânia.












A Comunicação Inconveniente dos Nazistas Italianos

Alguns meios de comunicação ocidentais tentaram fazer com que estes nazistas fossem associados às milícias [pró-russas do Donbass], mas a polícia italiana esclareceu que os detidos estavam ligados aos nacionalistas ucranianos e lutaram contra os separatistas no Donbass.

A polícia italiana apreendeu um míssil de combate aéreo durante uma operação, durante a qual um arsenal de armas foi encontrado e pessoas que participaram das hostilidades no Donbass foram detidas. É relatado pela Força Aérea com referência à polícia local.

"A investigação começou há cerca de um ano, quando a sede da polícia em Turim começou a monitorar algumas pessoas associadas aos movimentos políticos da ultra-direita e do Donbass que lutavam na região ucraniana", disse o comunicado. A polícia também descobriu que um dos suspeitos armazenou ilegalmente um arsenal de armas, incluindo o míssil ar-ar MATRA, que está em serviço com as Forças Armadas do Catar.



O Arsenal foi encontrado na província de Pavia. A polícia também apreendeu 9 fuzis de assalto, uma metralhadora Scorpion, 3 espingardas, 7 pistolas, 20 baionetas, 306 armas de fogo e 831 munições de vários calibres. Como resultado da operação especial, três pessoas foram detidas: o ex-inspetor da alfândega italiana e o ativista do partido de extrema-direita Forza Nuova, 60, Fabio del Bergiolo, 51, o italiano Fabio Bernardi, 42, e o suíço Alessandro Monti. Os dois últimos foram atraídos pelo esquema de venda de foguetes.

No início de julho, o tribunal de Gênova, no mesmo caso, determinou sentenças de prisão para dois cidadãos italianos e um cidadão moldavo.

Note-se que uma série de meios de comunicação apelidou os detidos de "mercenários que lutaram ao lado dos militantes pró-russos". Na própria mídia italiana, é indicado que eles lutaram contra os separatistas.

Em particular, é relatado lá, com referência à sede da polícia em Turim, que "o monitoramento foi realizado em algumas pessoas associadas aos movimentos políticos da ultra-direita que lutaram na região ucraniana de Donbass contra os separatistas".


Está bem claro por que eles estão tentando tornar essa conexão impossível. Depois do assassino do jornalista, Roquelli, 24 anos, as acusações contra os nazistas que lutaram contra a República Popular de Donetsk e a República Popular de Lugansk, criaram um cenário muito desfavorável em torno das tentativas da Ucrânia de dizer que um urso russo atacou um pacífico trator ucraniano. A caneca nazista das autoridades ucranianas, que o Ocidente cobre há cinco anos, parece muito desagradável.
Bem, após as ameaças dos terroristas ucranianos encabeçados por Avakov de tomar reféns os italianos, a liderança italiana sem dúvida usa o que está acontecendo para justificar a necessidade de suspender sanções contra a Rússia, já que por causa da Ucrânia não há sentido em sustentar perdas econômicas devido a sanções mútuas.

*Traduzido por Eduardo Lima

Fonte Blog Colonel Cassad: 


https://colonelcassad.livejournal.com/5136170.html


UCRÂNIA - Banderistas - O Nazismo ucraniano desmascarado

domingo, 12 de maio de 2019

As oligarquias de Extrema-direita que financiam Olavo de Carvalho e Bolsonaro

As oligarquias de Extrema-direita que financiam Olavo de Carvalho e Bolsonaro


A ascensão da Direita Alternativa (neonazista) no Brasil faz parte de um movimento internacional que visa implantar governos mais repressivos contra os trabalhadores.



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segunda-feira, 1 de abril de 2019

OLAVETE PARANÓICA QUER DESVIAR SUA ATENÇÃO

OLAVETE PARANÓICA QUER DESVIAR SUA ATENÇÃO



Agindo como desinformante de Olavo de Carvalho no governo Bolsonaro, o Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo desvia o foco das redes sociais de assuntos mais importantes.



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sábado, 29 de dezembro de 2018

Olga Benário Prestes: A alemã que lutou contra o fascismo, até a morte

Olga Benário Prestes: A alemã que lutou contra o fascismo, até a morte

A filha da comunista alemã morta pelos nazistas discute seu legado na luta moderna contra a extrema direita.

Artigo de Gouri Sharma

A photo of German communist Olga Benario Prestes who was killed in a Nazi euthanasia centre in April 1942 [Image courtesy of Galeria Olga Benario in Berlin, Germany]

Uma foto da comunista alemã Olga Benario Prestes que foi morta em um centro de eutanásia nazista em abril de 1942 [Imagem cortesia da Galeria Olga Benario em Berlim, Alemanha]

Em sua carta final ao marido, Luís Carlos Prestes, e sua filha Anita, dois meses antes de sua morte, em 1942, Olga Benário Prestes escreveu: "Eu lutei pelos justos e pelos bons, para tornar o mundo melhor. Se agora devo dizer adeus, eu prometo que não vou te dar nenhum motivo para ter vergonha de mim, não para o meu último suspiro".

Assassinada em um centro de eutanásia nazista, pouco depois de completar 34 anos, as palavras do comunista alemã aludiram à sua luta contra o fascismo ao longo da vida.

Ela é uma história de bravura e resistência que fala sobre os vários momentos em que foi contada e que deixou um legado na Alemanha, no Brasil e além.

Para a filha, Anita Leocádia Prestes, hoje professora aposentada e historiadora radicada no Rio de Janeiro, é um legado que precisa ser lembrado.

A senhora de 82 anos diz à Al Jazeera: "É importante divulgar combatentes como [Olga] Benário para que as pessoas entendam que é necessário parar a ascensão do fascismo e evitar tragédias similares. Seu exemplo é inspirador para jovens que querem lutar contra o fascismo, e por justiça social e liberdade ".


Uma lição inicial de justiça social

Nascido em 1908, Olga era a mais nova de dois irmãos de uma família judia de classe média de Munique. Sua mãe Eugenie fazia parte da alta sociedade bávara, enquanto seu pai, Leo, era membro do Partido Social-Democrata Alemão e advogado. Ele costumava representar os trabalhadores de fábrica pobres de graça, e foi através dele que Olga aprendeu sobre a justiça social.

Sua relação com a mãe, no entanto, era "tensa", já que, desde muito jovem, Olga questionou - e rejeitou - o conforto que acompanhava sua criação de classe média.


Olga Benario nasceu em 1908 numa família judia de classe média em Munique [Imagem cortesia da Galeria Olga Benario em Berlim, Alemanha]

Em 1923, no mesmo ano em que um austríaco chamado Adolf Hitler iniciou o Putsch da Cervejaria - uma tentativa fracassada de derrubar a República de Weimar em Munique - Benário, de 15 anos, entrou para a Organização da Juventude Comunista (KJVD).

Suas atividades com o grupo, incluindo a colocação de cartazes revolucionários ilegais pela cidade, levaram a polícia local a registrá-la como "agitadora comunista".

Ela logo entrou em um relacionamento com Otto Braun, um colega comunista sete anos mais velho que ela. Quando Olga tinha 18 anos, a dupla partiu para se juntar ao movimento comunista maior em Berlim e ela assumiu atividades semelhantes em seu papel como um dos principais membros da KJVD no bairro da classe trabalhadora de Neukölln.

Sua prisão sob a acusação de "preparativos para alta traição", seguida por sua tentativa bem-sucedida de libertar Braun da prisão em 1928, fez de Olga uma figura bem conhecida em toda a cidade.


Uma foto de cabeça de Olga Benario tirada quando ela foi presa em Berlim em 1926 [Imagem cortesia da Galeria Olga Benario em Berlim, Alemanha]

Katinka Krause, 64, é dona de uma livraria que se ofereceu como voluntária na Galeria Olga Benario, uma galeria baseada em Berlim, por mais de 30 anos.

"Havia cartazes dela por toda a cidade e imagens mostradas antes de exibições de cinema oferecendo 10.000 marcos para encontrá-la. Muitos trabalhadores deram a ela uma casa e as portas foram feitas em lugares diferentes para que ela pudesse escapar a qualquer momento", diz Krause.

Agora um alvo para as autoridades, o par foi para a União Soviética, onde Olga se juntou à Juventude da Internacional Comunista, um ramo da Internacional Comunista (Comintern).

Sua relação com Braun logo acabou, ela passou por um intenso período de treinamento militar e estratégico, um conjunto de habilidades que incluía aprender inglês, francês e russo, além de praticar skydiving, andar a cavalo e pilotar.

Ela também provou ser bem sucedida em missões internacionais pela Europa Ocidental, sendo presa em Paris e Londres por sua participação em protestos.


'Um presente' para Hitler

Em 1934, em Moscou, Olga recebeu a tarefa de acompanhar o líder comunista brasileiro Luís Carlos Prestes, então exilado em Moscou, de volta ao Brasil.

Olga seria seu guarda-costas em meio a preparativos para derrubar o líder brasileiro Getúlio Vargas, que parecia estar deslizando em direção à ditadura. Disfarçado como um casal de portugueses casados ​​durante sua longa jornada por lá, o casal alcançou a nação sul-americana em amor.


Em 1934, Olga Benario foi acusada de escoltar Luis Carlos Prestes, que estava no exílio em Moscou, de volta ao Brasil [Imagem cortesia da Galeria Olga Benario em Berlim, Alemanha]

A revolução contra o Vargas falhou em 1935 e Olga acabou sendo capturada. Vargas embarcou de volta para a Alemanha como "um presente" para Hitler.

O historiador e escritor suíço-alemão Robert Cohen escreveu três livros sobre Olga Benário. O mais recente, Der Vorgang Benario. Die Gestapo-Akte 1936-1942, (O Processo Benário: O Arquivo da Gestapo 1936-1942) examinou os 2.000 documentos da Gestapo sobre ela que vieram à luz há três anos. De acordo com Cohen, é provável que seja o maior dossiê de documentos sobre qualquer vítima do Holocausto.

Cohen descreve Olga como fisicamente e mentalmente resistente, e diz que ele procurou representá-la de uma perspectiva feminista.

"Ela assumiu papéis que só os homens deveriam fazer, e era tão corajosa e experiente. Quando Prestes foi preso, a polícia brasileira teve a ordem de atirar nele. A essa altura, Benário estava grávida de dois ou três meses, mas ela entrou em cena na frente dele e a polícia não sabia o que fazer. Ela não fez isso apenas por amor, ela fez isso porque era o seu trabalho."


Resistência em Ravensbruck

Logo após seu retorno à Alemanha em 1936, ela deu à luz Anita em uma prisão de Berlim. Após 14 meses, mãe e filha foram separadas e, em 1939, Olga foi transferida para o campo de concentração de Ravensbruck, situada a 90 km de Berlim, no norte do país.

Um campo de concentração apenas para mulheres, foi construído para abrigar presos considerados 'desviantes'. Até o seu fechamento em 1945, mais de 130.000 mulheres e crianças, incluindo aristocratas, prisioneiros políticos e espiões foram mantidos lá. Olga estava entre o primeiro grupo de mulheres a chegar.


Uma fotografia de Olga Benario Prestes na exposição "Mulheres de Ravensbruck - Retratos de Coragem", com curadoria de Rochelle Saidel para o Museu do Holocausto da Flórida. Obras de arte à direita por Julia Terwilliger

Rochelle Saidel é fundadora e diretora executiva do Instituto Remember the Women, uma organização sediada em Nova York que apoia projetos culturais e de pesquisa que visam incluir mulheres na história.

"Ela foi chicoteada, colocada em um bunker de punição e trabalhou como operária de escravos na fábrica da Siemens, que era uma das principais empresas de trabalho escravo no campo", diz Saidel.

"Além disso, ela estava muito quebrada quando eles levaram o bebê para longe dela. Por um ano e meio ela não sabia o que tinha acontecido, tudo o que ela sabia que o bebê poderia ter sido dado a uma família nazista. Apesar disso, ela continuou ajudando outras pessoas e permaneceu idealista".

Olga foi nomeada Blockalteste, ou líder do bloco [do campo de concentração]. Ela fez um pequeno atlas secreto para ensinar outros prisioneiros sobre geografia e guerra, colaborou em um jornal clandestino e montou um atlas detalhado que permanece nos arquivos hoje.

Então, em fevereiro de 1942, ela foi levada para a clínica de eutanásia de Bernburg, onde foi levada à morte em abril.


Olga Benario Prestes tinha 34 anos quando foi morta pelos nazistas [Imagem cortesia da Galeria Olga Benario em Berlim, Alemanha]

Sua filha diz que manteve uma postura firme em relação aos seus captores até o final.

"Ela nunca vacilou diante do inimigo, afirmando que 'se outros se tornassem traidores, ela nunca seria'. Ela pagou com sua vida por tal firmeza, já que se ela fosse enganar seus companheiros, ela teria tido a chance de tomar asilo na Rússia, no México ou na Inglaterra."


A política da memória

Autores, cineastas, curadores e diretores de teatro procuraram contar sua história. Saidel diz que as várias maneiras em que foi narrada são um exemplo claro da política da memória.

"Depende de quem, por que e quando eles estão lembrando", diz ela.

A parte judaica de sua identidade em particular provocou muita discussão. Como comunista, Anita considera sua mãe mais como prisioneira política do que uma vítima judia dos nazistas.

Cohen diz que ele vê os dois. "Benário nunca insistiu em seu judaísmo, na verdade, como comunista, ela estava muito distante dele", diz ele. "Quando a capturaram em 1936, os documentos mostravam que a tratavam principalmente como comunista e membro do Comintern, de quem podiam aprender segredos sobre o que a União Soviética e outros comunistas estavam fazendo. Mas a partir de 1940, eles se referem a ela quase exclusivamente como judia".

Anita foi salva por sua avó paterna Leocádia Prestes e se reuniu com seu pai em 1945. Desde então, ela escreveu sobre seus pais extensivamente. Seu último livro, Olga Benário Prestes: Uma comunista nos arquivos da Gestapo foi publicado no ano passado em português e, junto com os documentos da Gestapo, apresenta cartas entre seus pais.


Anita Leocadia Prestes, filha de Olga, é uma professora aposentada e historiadora que escreveu sobre seus pais [Foto cedida pela editora Boitempo, com sede em São Paulo, que publicou o livro mais recente de Anita]

Anita diz que no Brasil, sua mãe é vista como um "símbolo da luta dos combatentes da liberdade e dos comunistas". O filme brasileiro de sucesso de 2004, Olga, foi a submissão do Brasil para o 77º Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, embora não tenha sido aceito como candidato.

Na Alemanha, durante a Guerra Fria, ela foi considerada uma heroína no leste do país, com escolas, casas de repouso, fábricas e ruas em homenagem a ela.

Ser uma heroína comunista no Oriente significava que o Ocidente a ignorava. Krause, o voluntário da galeria na ex-Berlim Ocidental, diz que agora está mudando e mais pessoas estão aprendendo sobre ela em todo o país.

Para Cohen, o legado de Olga Benário, particularmente hoje, à medida que os movimentos de extrema direita ganham destaque em grande parte do mundo, é claro.

"Resistimos. Não podemos aceitar o que está acontecendo. Olga Benário fez isso de duas maneiras. Ela lutou contra o fascismo enquanto estava livre, e então resistiu aos nazistas por mais seis anos. Isso é quase inimaginável."

Em toda a Europa, a extrema direita está em ascensão e tem algumas das comunidades mais diversas do continente em sua mira.

Na extrema direita, esses bairros são "zonas proibidas" que desafiam sua noção do que significa ser europeu.

Para aqueles que vivem neles, eles são a Europa. Veja-os contar suas histórias em This is Europe.

* Traduzido por Eduardo Lima