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quinta-feira, 7 de março de 2019

Noam Chomsky fala sobre as intervenções da OTAN

Noam Chomsky fala sobre as intervenções da OTAN


Noam Chomsky fala sobre as intervenções militares da OTAN e o apoio a ditadura alinhadas aos interesses dos Estados Unidos.



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Por que as intervenções do Ocidente no Oriente Médio têm de acabar

Por que as intervenções do Ocidente no Oriente Médio têm de acabar 
[Análise de Elijah J Magnier]


Cada intervenção estrangeira levou o Oriente Médio a se auto-reconfigurar contra as potências intervencionistas. Foi duramente contra-atacada, criando o efeito oposto ao que o desejavam as potências intervencionistas. Se se considera a história recente (os últimos 40 anos, desde que a Organização para Libertação da Palestina, OLP, foi expulsa do Líbano), a lista é cataclísmica. Tem-se a constituição do Hezbollah, do Hamas, da al-Qaeda, do ‘Estado Islâmico’ (ISIS), o fim do regime dos Talibã, Saddam Hussein, Moammar Ghadaffi, a tentativa de derrubar o presidente Bashar al-Assad da Síria, a tentativa de dividir o Iraque e a guerra contra o Iêmen. A lista dá prova da quantidade inacreditável de recursos mobilizados por EUA, Israel, Europa e respectivos aliados no Oriente Médio, sempre tentando “mudar o regime”; e do fracasso retumbante do ‘plano’ para criar um “novo Oriente Médio”.



quarta-feira, 6 de março de 2019

Estados Unidos - Golpe no Chile, Irã-contras, lista de golpes dos EUA

Estados Unidos - Golpe no Chile, Irã-contras, lista de golpes dos EUA


Depoimentos sobre as intervenções militares e operações secretas da CIA para derrubar governos não alinhados aos interesses dos EUA.



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domingo, 9 de dezembro de 2018

Golpes militares da Inteligência: Guatemala, Laos, Vietnã e as máfias

Golpes militares da Inteligência: 
Guatemala, Laos, Vietnã e as máfias


Traduzido por Eduardo Lima


A política externa dos EUA: Uma guerra contra o Terceiro Mundo. Operações secretas norte-americanas. Intervenções desde a Segunda Guerra Mundial. O que não te ensinaram na escola e o que você não ouviu na Grande Imprensa. 



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sábado, 1 de setembro de 2018

O Pentágono reconhece ter gasto US $ 1,5 trilhões em guerras desde o 11-de-Setembro

O Pentágono reconhece ter gasto US $ 1,5 trilhões em guerras desde o 11-de-Setembro


De acordo com uma estimativa publicada pelo Pentágono, o custo das guerras travadas desde o 11 de Setembro de 2001, no quadro da estratégia Rumsfeld-Cebrowski, se eleva a mais de US $ 1.500 mil milhões de dólares [1]. As despesas mais importantes ocorreram no segundo mandato de George Bush Jr. e no primeiro mandato de Barack Obama.

Estes dados são contestados pela Brown University. Segundo ela, os custos reais são quatro vezes maiores, da ordem de US $ 5. 600 mil milhões [2].

Apresentada como a «guerra global ao terrorismo», todos esses conflitos visavam na realidade, de acordo com o Almirante Arthur Cebrowski, destruir as estruturas estatais da parte do mundo não conectada à economia global.

[1] Quarter 2: Cost of War Update as of March 31, 2018, US Department of Defense.

[2] Summary of US Costs of War in Iraq, Afghanistan, Pakistan, Syria and Homeland Security, FY2001-2018 («Resumo dos Custos para os EUA da Guerra no Iraque, no Afeganistão, na Síria e Segurança Interna, FY2001-2008»- ndT), Brown University.



quinta-feira, 30 de agosto de 2018