AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA [Livro de Eduardo Galeano]
Livro de Eduardo Galeano sobre a dependência da América Latina é mais atual do que nunca. Neste vídeo eu comento trechos do livro e relaciono com a atual entrega do Banco Central.
“A História não se repete, nem se pode transformar a história de outros países em receita universal, mas pelo menos a experiência russa ensina que existe “vida” depois da destruição ultraliberal e que será possível refazer o Brasil depois que o senhor Guedes e seu capitão já tiverem passado em conjunto para galeria dos grandes erros ou tragédias da História brasileira.”
Brasileiros ficarão sem aposentadoria graças ao Anticomunismo
Graças a histeria anticomunista alimentada pelos grupelhos neoliberais e pela imprensa de pensamento único, muitos brasileiros ficarão sem se aposentar após a Reforma da Previdência.
A FALSA BRIGA ENTRE OLAVO DE CARVALHO E GENERAL MOURÃO
Enquanto o governo Bolsonaro consegue uma acordo pela aprovação da Reforma que destruirá aposentadorias, a Mídia e os orgãos oficias do governo expõem a FALSA briga entre o guru e os militares.
O Núcleo Tosco e o Núcleo Financista do governo Bolsonaro
Enquanto a parte institucional tosca do governo Bolsonaro aparece na Mídia e nas redes sociais com suas trapalhadas e polêmicas, nos bastidores a parte financista e neoliberal prepara a destruição dos Serviços Públicos e dos Direitos Sociais dos trabalhadores.
Para Thierry Meyssan, ao virem para a rua protestar os Franceses são o primeiro Povo ocidental a correr risco de vida para se opor à globalização financeira. Muito embora não tenham consciência, e ainda imaginem que os seus problemas são exclusivamente nacionais, o seu inimigo é o mesmo que o que arrasou a região dos Grandes Lagos africanos e uma parte do Médio-Oriente Alargado. Apenas os povos que compreenderem a lógica que os destrói e a rejeitarem poderão sobreviver à crise existencial do Ocidente.
O fascismo é o regime político por excelência do neoliberalismo. Pode ter várias caras, mas vive da supressão dos direitos sociais e humanos, liberdades políticas e garantias da maioria dos cidadãos
A Doutrina do Choque - A Ascensão do Capitalismo do Desastre
A Doutrina do Choque (2009): documentário dirigido por M. Whitercross e M. Winterbottom, roteiro de Naomi Klein. Naomi Klein põe um fim ao mito de que o mercado livre global triunfou democraticamente. Expondo o modo de pensar, o rasto do dinheiro e os fios de marioneta por detrás das crises e guerras mundiais das últimas quatro décadas, "A Doutrina do Choque" é a história absorvente de como as políticas de "mercado livre" da América têm vindo a dominar o mundo - através da exploração de povos e países em choque devido a inúmeros desastres. Na conjuntura mais caótica da guerra civil do Iraque, é apresentada uma nova lei que permitiria à Shell e à BP reclamar para si as vastas reservas petrolíferas do país... Imediatamente a seguir ao 11 de Setembro, a administração Bush concessiona, sem alarido, a gestão da "Guerra contra o Terror" à Halliburton e à Blackwater... Depois de um tsunami varrer as costas do sudeste asiático, as praias intocadas são leiloadas ao desbarato a resorts turísticos... Os residentes de Nova Orleães, espalhados pelo furacão Katrina, descobrem que as suas habitações sociais, os seus hospitais e as suas escolas jamais serão reabertas... Estes acontecimentos são exemplos da "doutrina de choque": o aproveitamento da desorientação pública no seguimento de enormes choques colectivos - guerras, ataques terroristas ou desastres naturais - para ganhar controlo impondo uma terapia de choque económica. Por vezes, quando os dois primeiros choques não são bem sucedidos em eliminar a resistência, é empregue um terceiro choque: o eléctrodo na cela da prisão ou a arma Taser nas ruas. Baseado em investigações históricas inovadoras e em quatro anos de relatos no terreno em zonas de desastre, "A Doutrina do Choque" mostra de forma vívida que o capitalismo de desastre - a rápida reorganização corporativa de sociedades que tentam recuperar do choque - não começou com o 11 de Setembro de 2001. O livro traça um percurso das suas origens que nos leva há cinquenta anos atrás, à Universidade de Chicago sob o domínio de Milton Friedman, que produziu muitos dos principais pensadores neoconservadores e neoliberais cuja influência, nos nossos dias, ainda é profunda em Washington. São estabelecidas novas e surpreendentes ligações entre a política econômica, a guerra de "choque e pavor" e as experiências secretas financiadas pela CIA em electrochoques e privação sensorial na década de 1950, pesquisa essa que ajudou a escrever os manuais de tortura usados hoje na Baía de Guantánamo.