Mostrando postagens com marcador Assad. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assad. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

PUTIN E ASSAD FAZEM VÍDEO-CONFERÊNCIA PARA RESOLVER ENORME PROBLEMA DA GUERRA NA SÍRIA

PUTIN E ASSAD FAZEM VÍDEO-CONFERÊNCIA PARA RESOLVER ENORME PROBLEMA DA GUERRA NA SÍRIA

Vladimir Putin manteve conversações com o presidente da República Árabe da Síria, Bashar al-Assad, por meio de videoconferência.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

A UNIÃO NACIONAL CONTRA O IMPERIALISMO NA SÍRIA E NA VENEZUELA

A UNIÃO NACIONAL CONTRA O IMPERIALISMO NA SÍRIA E NA VENEZUELA


Como sozinhos o anunciávamos no início do mês, um passo decisivo para a paz foi dado simultaneamente na Síria e na Venezuela, a 16 de Setembro. As duas nações já não se forçam mais a negociar com terroristas, mas os seus governos decidiram construir um novo regime em colaboração com a sua oposição patriótica.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

domingo, 3 de março de 2019

A utilização do terrorismo pelos Estados Unidos

A utilização do terrorismo pelos Estados Unidos


Após ter privado o Daesh(E.I.) do Estado que lhe tinham confiado, a cavalo sobre o Iraque e a Síria, os Estados Unidos pensam recuperar uma parte dos seus mercenários para os utilizar de uma outra maneira. O Conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, definiu novos objectivos, novos parceiros e novos métodos. Sendo este dispositivo secreto, só o conhecemos através das partes já postas em prática. Thierry Meyssan explora este mundo de violência.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

Os jihadistas são soldados da OTAN [Análise de Thierry Meyssan]

Os jihadistas são soldados da OTAN [Análise de Thierry Meyssan]


Os cidadãos europeus, encorajados a juntar-se à luta armada na Síria ao lado dos mercenários pró-Ocidentais, não podem ser processados por conivência com o inimigo e alta traição na medida em que podem argumentar ter tido o apoio da OTAN e dos seus Estados membros. Os Estados europeus não podem julgar sem primeiro examinar a responsabilidade dos seus próprios dirigentes na guerra contra a Síria.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Guerra na Síria - Entrevista de Bashar al-Assad para a TV Russa (2018)

Guerra na Síria - Entrevista de Bashar al-Assad para a TV Russa (2018)



Entrevista de Bashar al Assad à rede russa NTV explicando as razões da guerra na Síria. 

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Assad: Israel esgotou nossa paciência. O Irã permanecerá na Síria!

Assad: Israel esgotou nossa paciência. O Irã permanecerá na Síria!


Segundo funcionários, "Assad não tem intenção de pedir que o Irã e aliados deixem o Levante enquanto houver algum território sírio ocupado." Assad incluiu as Colinas do Golan, ao se referir a 'território sírio ocupado', e também o norte da Síria onde há forças turcas e dos EUA as quais, diferentes do Irã, lá estão sem o consentimento do governo sírio.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

terça-feira, 31 de julho de 2018

Guerra na Síria - Síria retornou às fronteiras com o Golã!

Guerra na Síria - Síria retornou às fronteiras com o Golã!


Em 30 de julho de 2018 as Forças Tigre mudou-se para libertar a aldeia de Maarriah. É na junção das fronteiras da Síria, Jordânia e as colinas ocupadas do Golã. Às 12 horas, os grupos de assalto foram fixados nos arredores da aldeia. Tomando o controle da aldeia de Maarriah, o exército sírio recuperou completamente o controle sobre a fronteira com as colinas ocupadas do Golã. Às 14 horas, a última fortaleza de terroristas foi tomada na província de Daraa - a cidade de Shajarah.

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Guerra na Síria - ISIS sofre derrota no vale Yarmouk

Guerra na Síria - ISIS sofre derrota no vale Yarmouk



A aeronave síria, abatida por Israel, não impediu a operação iniciada contra os terroristas do ISIS no vale de Yarmouk. Em 25 de julho as Forças Tigre conseguiram avançar e expulsar militantes da área fortificada perto da aldeia de Ayn Daker. 

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sábado, 28 de julho de 2018

Guerra na Síria - Sobre o futuro de Idlib

Guerra na Síria - Sobre o futuro de Idlib

Traduzido por Eduardo Lima


Analista Elijah Magie fala sobre as perspectivas de operações militares na Síria no outono de 2018.

O Sul se rendeu às forças da Síria, o exército sírio entrou em um acordo entre o governo e militantes da Síria, incluindo jihadistas pertencentes Jabhat al-Nusra (Hayat Tahrir al-Sham). A principal condição apresentada pelos negociadores russos permite que qualquer pessoa que se junte à caravana fique em ônibus verdes carregando suas armas leves pessoais. Eles vão para a cidade do norte de Idlib, que se torna a maior assembléia jihadista, o exército sírio enfrenta um desafio logístico real, suas forças não esperavam a queda da Frente Sul tão rapidamente. Portanto, o comando militar pede que militantes e jihadistas permaneçam em suas aldeias até que a sua vez de evacuar venha ou até que os processos de reconciliação com as autoridades sejam concluídos.

O objetivo também é impedir que o ISIS ocupe o enclave na Bacia de Al-Yarmuk, expanda seu controle sobre as aldeias abandonadas vizinhas nas quais os jihadistas estavam baseados, que hoje não querem mais lutar.
O bolsão único remanescente - um "Jaish Khaled bin al-Walid", onde o exército sírio e seus aliados lançaram um ataque depois de ter cercado por todos os lados, exceto pelo flanco ocidental na fronteira de 1974 com Israel.

Território repelido do ISIS de 23 a 24 de julho.

Apesar do fato de que este não é o fim do ISIS, o comando militar acredita que pode levar menos de dois meses para parar completamente o controle do ISIS. Também está relacionado à próxima batalha esperada depois de setembro no norte da Síria, onde os preparativos continuam para a maior e última batalha na Síria.
A Rússia já está se preparando para sua operação na área rural de Latakia e nas áreas montanhosas ao redor de Jisr al-Shokhur sob o controle de Jabhat al-Nusra. A razão pela qual os russos são determinados para libertar a área, em grande parte devido aos repetidos ataques de drones armados em sua principal base militar e aeroporto em Hmeymime, que é o ponto de coordenação do grupo russo com Moscou.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, avisou a Rússia que um acordo em Astana seria comprometido se a zona de desescalada em Idlib fosse afetada. Turquia, Rússia e Irã implantaram 12 pontos de observação ao longo da zona de desescalada em Idlib rural para evitar ataques terrestres por jihadistas.
No entanto, fontes próximas ao presidente sírio, afirmou que "Bashar al-Assad não vai respeitar qualquer acordo com a Turquia ou os Estados Unidos, que permitiria que os dois países ocupem o território da Síria, apesar da Rússia ter assinado um acordo."
Assad e seus aliados - Irã e Hezbollah - acreditam que eles são capazes de libertar a cidade de Idlib, já que a maior parte da Síria agora está libertada. Portanto, Assad insiste na libertação do norte ocupado e pediu a seus aliados que estejam prontos para enviar mais forças para implementar o próximo estágio operacional.

Fontes no campo disseram que "o Hezbollah vai participar com forças maiores na eliminação da Al Qaeda e de outros militantes e jihadistas estrangeiros baseados no norte da Síria".
Rússia e Damasco concordaram em abrir corredores seguros para todos os civis que desejam deixar em Idlib e ir para áreas protegidas sob o controle do exército sírio ou que se reconcilie com o governo de Damasco, como foi o caso com dezenas de milhares de combatentes em toda a Síria. Estima-se que o número de moradores da cidade de Idlib é de cerca de dois milhões (1,5 antes da guerra), incluindo refugiados deslocados dentro do país.

Zona norte de desescalada de acordo com os acordos em Astana. O azul marca os pontos de observação do exército turco, que garantem a cessação das hostilidades ativas. Da parte de Assad, a polícia militar russa e a procuração iraniana lidam com isso.

A Rússia não é contrária a ver como o exército sírio devolve Idlib para proteger o leste de Aleppo e suas áreas rurais, que ainda são controladas por jihadistas. O presidente Erdogan ficará indignado quando a libertação de Idlib começar, por causa de seus laços estreitos com militantes e jihadistas. No entanto, todos os grupos proxy tornam-se um fardo para os seus operadores à medida que a guerra síria se desenvolve. A Turquia ficará feliz em controlar a região curda para impedir que os curdos tenham seu mini-estado. Curdos, os maiores perdedores nessa guerra, ganharam a hostilidade de ambos Erdogan e Assad por causa de sua aprovação implícita da seção norte-americana da Síria e da possibilidade de usá-los como escudo no nordeste da Síria. As forças dos EUA ocupam Al-Hasaka e parte da província de Deir ez Zor. Eles mobilizaram suas bases militares e aeródromos e permitiram que Israel, de acordo com fontes na área, usasse instalações militares dos EUA para atacar a Síria eo Iraque (Khashd al-Shaabi).

A Batalha de Idlib não será uma caminhada, pois esta é a última batalha significativa na Síria. Al-Qaeda e outros jihadistas e milhares de militantes estrangeiros não se renderão. A Rússia promete liquidar a al-Qaeda se a Turquia não resolver este problema. É improvável que o presidente Erdogan lance uma guerra contra a Al Qaeda, que Erdogan apoia por muitos anos, e permitiu que os jihadistas ocupassem Idlib por muitos anos. No entanto, é hora de parar a guerra na Síria, e a Turquia claramente não quer manter esses jihadistas sob suas asas.

Esta é a última batalha do ano. O exército sírio não atacará as forças de ocupação dos EUA cara a cara, mas apoiará a resistência local se essas forças não se retirarem da Síria. Após a batalha pelo Idlib, a Síria poderá começar a perceber o resultado principal de todas as batalhas sangrentas - reconciliação e reconstrução. O mundo não conseguiu mudar o regime sírio, e o plano dos EUA para um novo Oriente Médio terminou em fracasso. Não há nenhum ponto para qualquer força de ocupação permanecer no Levante, e é hora dos sírios lamberem suas feridas, começando tudo de novo.

https://ejmagnier.com/2018/07/24/the-last-southern-battle-in-syria-finish-off-isis-and-then-on-towards-idlib/ - Link

Deve-se notar que, apesar de toda a histeria de Israel e dos Estados Unidos, o Hezbollah realmente deixou claro que ele irá fornecer forças para as operações do Exército Sírio no norte da Síria, que, naturalmente, vem com a aprovação do Irã, que está interessada em reforçar as capacidades militares e políticas da organização de Nasrallah.

O próprio Irã certamente não está indo embora da Síria e as provocações de Israel só servem para intensificar o trabalho na estruturação da presença militar e assegurar o funcionamento da ponte Teerã-Beirute (onde a fronteira sírio-iraquiana continua a aumentar a sua presença militar "Hashd Shaab" e outros proxies iranianos), que é apoiado por esforços do Irã para expulsar as forças pró-americanas do Iraque, que são preocupações de Washington na luz de um resultado bem sucedido para as eleições parlamentares do Irã no Iraque. A este respeito, contra os EUA e tentativas de Israel para morder a influência iraniana na região, o Irã recolhe benefícios estratégicos de longo prazo, fornecendo-lhe uma posição forte no Líbano, Síria e Iraque para os próximos anos, a colher plenamente os frutos da vitória na guerra síria. Ao mesmo tempo, a influência dos Estados Unidos e de Israel nesses países continua a cair, daí a histeria anti-iraniana corrente gerada certamente não pelas armas nucleares míticas de Teerã, e o fracasso do êxodo da guerra síria para os Estados Unidos e Israel. Assim como a Rússia não vai desistir dos frutos de sua vitória na Síria, o Irã não os recusará, então, as exigências da completa retirada do Irã da Síria não são absolutamente realistas. No máximo, é possível uma versão de compromisso, com presença limitada no sudoeste da Síria do Irã, que pode ser ligada à retirada dos EUA da Síria e do Irã que forneça garantias da União Europeia e da Rússia.

Parece que em agosto-setembro vamos ver consultas abundantes entre a Rússia, o Irã e a Turquia sobre o tema do futuro da Idlib e das garantias para evitar a criação de um estado/autonomia curdo, com negociações paralelas com os supostos líderes das Forças Democráticas Sírias e a aliança tribal do norte da Síria para o reconhecimento do governo de Damasco. As questões de Idlib e Rojava são interdependentes, portanto é necessário resolvê-las simultaneamente. Em primeiro lugar, isso é certamente uma questão de diplomacia. Se as consultas sobre questões de Idlib e curdas forem bem sucedidas, é possível em setembro, em uma reunião entre Trump e Putin, em Washington, a retirada das tropas americanas da Síria será levantada em termos práticos, no âmbito de propostas concretas para um possível acordo que permita aos EUA salvar a cara com cuidado da Síria sob o slogan "Nós derrotamos o ISIS, é hora de sair."

No caso da Turquia, a Rússia obviamente vai insistir que é necessário resolver o problema da "Al-Nusra" em Idlib, desde que a Turquia assinasse um papel em Astana, que se comprometa a ajudar a eliminá-la. Claro que, se a Turquia não quiser/não poder fazer isso, a Rússia e o Irã vão insistir em levar a cabo uma operação militar contra o "Al-Nusra" no Norte de Latakia e sul de Idlib, onde o ataque de Drone na uma base aérea em Hmeymime servirá como um argumento adicional na disputa sobre o destino zonas de desescalada do norte. Turquia irá, naturalmente, tentar manter a sua posição, pelo menos até que as negociações-chave sobre o futuro do pós-guerra, a Síria, por isso ela quer ganhar tempo, ou oferta para mudar (como já foi feito) no sul de Idlib em Tal Rifat e na base aérea Menage. Claro, para Erdogan Idlib não passará, como de costume, de tentar fazer rentável a troca, o que naturalmente afeta não só a questão dos curdos. Ao mesmo tempo, as relações deterioradas entre a Turquia, EUA e Israel estão objetivamente empurrando Erdogan a continuar a cooperação com a Rússia e o Irã, o que aumenta a probabilidade de arranjos bem sucedidos e novos negócios. Mas este não é certamente uma amizade, são "business", que não é pessoal, exceto por uma antipatia pessoal profunda entre Assad e Erdogan que a Rússia e o Irã ainda não têm sido capazes de se sentar na mesa de negociação.

Em que direção as negociações sobre o futuro do norte da Síria se desenvolverão, isso ficará claro nos próximos meses. É claro que Assad não vai desistir da linha na restauração de 100 por cento sobre o território controlado pré-guerra do país, então, é isso que vai ser objeto de discussões com os restantes participantes no jogo da guerra.
Vale a pena entender que os próximos meses terão um papel crucial na determinação dos contornos da região nas próximas décadas. A Rússia tem muitas oportunidades de influenciar o que a região será após o fim da guerra, o que afetará os destinos de muitos países e povos. E para alcançar o resultado desejado na arena diplomática não será menos difícil do que vencer a guerra da Síria nos campos de batalha. Mas se você olhar para trás, em seguida, depois de quase 3 anos após a adesão da Rússia à guerra síria, podemos ver a enorme estrada que tem sido passada e esses obstáculos "intransponíveis" que foram superados pelos esforços dos militares e diplomatas. Idlib é apenas mais um obstáculo para a final da guerra da Síria.

PS: Na foto principal, os militantes "Al-Nusra" invadiram a casa em Idlib, onde os militantes do ISIS cometeram ataques contra outros militantes. A vida dos "guerreiros da jihad" é ​​divertida e excitante.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Guerra na Síria - Terroristas do ISIS fugiram de Al-Seida

Guerra na Síria - Terroristas do ISIS fugiram de Al-Seida


25 de julho de 2018 - As "Forças Tigre", apesar do fato de que Israel ter abatido um jato sírio, começaram a libertar a aldeia de al-Seida, localizada muito perto das colinas de Golã. Após o trabalho de aviação e artilharia, os terroristas deixaram suas posições, recuando para o vale do rio Yarmuk. Na aldeia, tropas, incluindo armas pesadas, foram capturadas por destacamentos de assalto.

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

Guerra na Síria - Operação contra o ISIS no Golã

Guerra na Síria - Operação contra o ISIS no Golã


Os grupos radicais, o principal deles sendo Jabhat al Nusra, partiram para Idlib, que eles controlaram, deixando as Colinas de Golã. A tarefa final para as tropas continua sendo a destruição do enclave do ISIS, a sudeste do Golã. Logo, essa área relativamente pequena de cerca de 350 metros quadrados se tornará cenário de batalhas ferozes. Na hora do almoço, em 24 de julho, as "Forças Tigre" conseguiram aproximar-se das antigas posições do ISIS - a antiga linha de frente com a "oposição moderada". No mesmo dia, o SU-22 sírio, que atingiu terroristas, foi abatido por sistemas de defesa aérea israelenses...

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

quarta-feira, 25 de julho de 2018

O Irã não sairá da Síria, se Israel não sair das colinas de Golã ocupadas

O Irã não sairá da Síria, se Israel não sair das colinas de Golã ocupadas 

Traduzido por Eduardo Lima


Em relação às declarações de ontem em Helsinque, https://colonelcassad.livejournal.com/4321779.html sobre a necessidade de retornar à linha de 1974 nas colinas de Golã.

Muitas especulações e comentários foram feitos sobre o "resultado positivo" e o "acordo secreto" supostamente ocorrido na reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na semana passada em Moscou. A mídia israelense chamou a visita de "bem-sucedida", como as outras últimas visitas (três nos últimos seis meses). No entanto, fontes russas dizem o contrário, apesar das alusões à positividade, sobre as quais Putin falou. Essas dicas foram exageradas e interpretadas por Netanyahu como uma "conquista".
Diplomatas russos informaram a liderança síria sobre o resultado da visita de Netanyahu, indicando os momentos positivos que Putin deu ao seu hóspede israelense:

O Presidente russo acolheu calorosamente o Primeiro Ministro de Israel e sublinhou as boas relações entre os dois líderes. Ele disse que reconheceu a linha de 1974, que o governo de Damasco respeita há mais de 40 anos.
Putin disse que "entende os temores de Israel sobre a presença militar iraniana na Síria".
Putin disse ao convidado que qualquer discussão sobre a presença do Irã na Síria será adiada até que o terrorismo seja derrotado na Síria, em toda a Síria.
Putin disse a Netanyahu que ele informou aos iranianos que eles não estão interessados ​​em permanecer na Síria, logo que o perigo para o governo sírio desapareça, e todo o território sírio seja libertado - até a última polegada.
Fontes da liderança síria disseram que o presidente russo "deixou claro ao primeiro-ministro de Israel que a discussão de seus problemas foi adiada até o fechamento da questão relacionada ao terrorismo". "Se os terroristas se esconderem em uma área controlada por Israel (as colinas ocupadas de Golan), nós (a Rússia e seus aliados) iremos destruí-los um a um", disse a fonte.

Putin lembrou a Netanyahu que "as forças aliadas estão lutando lado a lado com as tropas russas que operam em todo território sírio". Portanto, Moscou não está em posição de pedir os aliados de Damasco para cumprir exigências de Israel e cuidar de seus problemas, especialmente quando se sabe que Tel Aviv ajudou a "Al-Qaeda" e outros jihadistas e apoiou a "mudança de regime", mas não podia alcançá-la. "

Fontes acreditam que "Israel está observando as formações militares do Hezbollah, os conselheiros iranianos e seus aliados se espalhando por todo o sul da Síria durante a batalha no sul da Síria". Eles são implantados em um formato provocativo para mostrar sua presença e enviar uma mensagem clara a Israel de que sua ameaça não é levada a sério. Israel pede que o Hezbollah e o Irã permaneçam a 80 km ou até 10 km das fronteiras das colinas de Golan, que nunca foram discutidas com o governo sírio, mas circulam apenas na mídia. Portanto, Damasco não está interessada em fornecer qualquer tipo de garantia a Israel ou cuidar de seus medos relacionados com o Hezbollah ou a presença do Irã ajudando o exército sírio no campo de batalha em qualquer lugar na Síria. Damasco decidiu iniciar uma batalha no sul sem referência a qualquer acordo internacional (entre Putin e Trump)."

Presidente Bashar al-Assad não providencia provocações para pedir ao "Hezbollah" para aumentar sua presença militar no sul da Síria, mas ele deu ao "Hezbollah" substanciais presentes: recipientes com ATGM TOW ao preço de 60 000 dólares cada, ATGM "Milan" e outros "Troféus de guerra" reunidos durante as batalhas no sul da Síria em gratidão a seus aliados que ajudaram o exército sírio durante os longos anos da guerra. Os países do Ocidente e do Golfo Pérsico forneceram um número significativo de armas para os jihadistas e insurgentes durante sete anos e meio de guerra. Esta arma passou da al-Qaeda para o ISIS e agora para o Hezbollah.


Putin no mesmo dia recebeu em sua residência de Novo-Ogarevo arredores de Moscou enviado especial iraniano, Ali Akbar Velayati, que representou o líder da revolução iraniana, que anunciou os investimentos russos nos setores de petróleo e gás do Irã, de US $ 50 bilhões (em vista do montante total de investimentos, onde 50 bilhões são a meta). Um verdadeiro tapa antes da reunião com Trump, que retirou o Plano de Ação Integral Conjunto para uma Operação Nuclear com o Irã (JCPOA). Isso mostra o quão firme é o compromisso da Rússia com o Irã e o fato de que sua presença na Síria é um relacionamento estratégico. Para Netanyahu, está claro que ele não é o "Garoto de Ouro" de Putin, ele conta com as estreitas relações entre os EUA e Israel e com a importância de Israel para os Estados Unidos.

Israel sabe que perdeu a guerra contra Assad, e por isso está tentando obter o menor dano possível da retirada da guerra. Netanyahu pode contar com uma reunião em Helsink, entre Trump e Putin, que concordou com a observância do tratado em 1974 e a linha que faz fronteira com as Colinas de Golã ocupados. No entanto, a posição do governo sírio não apoia tal acordo, e sua mensagem é muito clara: o Irã não vai deixar a Síria, se Israel não sair das colinas de Golã ocupadas.
Esta equação significa que o conflito entre o "eixo de resistência" e Israel entra em uma nova fase. Isso só pode ser o começo.

Elijah Magie

https://ejmagnier.com/2018/07/16/putin-netanyahu-meeting-in-moscow-your-concern-about-irans-presence-in-syria-must-be-postponed-until-terrorism-is- derrotado-e-syria-é-libertado / - original em inglês

Claro que, como a esse respeito, há um impasse, Israel continua a tentar morder o proxy iraniana na Síria e o Irã continuar a reforçar o "Hezbollah" e sua influência no leste da Síria, fornecendo trabalho da ponte de Teerã para Beirute, apoiado pelo crescimento da influência política no Líbano e no Iraque . É claro, o Irã exige "basta ir longe" não pode ser aceita por Teerã, que é um dos vencedores da guerra síria. É compreensível, portanto, que a questão do Golã vai subir como um dos requisitos de Damasco e Teerã para Israel, que serão anunciados abertamente.


As Forças Especiais 'Tigre' na fronteira com Israel

As Forças Especiais "Tigre" na fronteira com Israel


A história da Agência Anna-News sobre o funcionamento dos Tigres na fronteira com Israel, onde já está em andamento uma operação para eliminar o último foco do ISIS no sudoeste da Síria.
Nos últimos dois dias, a Força Aérea Russa criou severos ataques aéreos contra pontos fortes dos militantes, abrindo caminho para o avanço das unidades mecanizadas dos sírios.

ATIVEM AS LEGENDAS







Fonte: https://colonelcassad.livejournal.com/4337525.html

Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sexta-feira, 20 de julho de 2018

General conta como a Síria poderá recuperar as colinas de Golã ocupadas por Israel

General conta como a Síria poderá recuperar as colinas de Golã ocupadas por Israel


Com o exército sírio à beira de derrotar os terroristas concentrados perto das colinas de Golã, Damasco está prestes a concluir sua campanha para libertar o sul da Síria. Sob um acordo recentemente assinado, os rebeldes que recusarem a reintegração serão evacuados para áreas no norte da Síria, com o exército sírio destacando unidades para posições pré-2011 ao longo do Golã.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Encontro Putin-Trump: Objetivos maiores que Síria e o Oriente Médio [Análise de Elijah J. Magnier]

Encontro Putin-Trump: Objetivos maiores que Síria e o Oriente Médio 
[Análise de Elijah J. Magnier]


Os EUA parecem viver ainda o complexo dos "vermelhos" (os partidos comunistas), apesar de a União Soviética comunista já não existir, nem o Partido Comunista da União Soviética. A realidade por trás da abordagem agressiva dos EUA contra a Rússia tem a ver com disputas pela dominação planetária ou (dito talvez mais claramente), só tem a ver com a "contribuição" dos russos para pôr fim à hegemonia mundial dos EUA.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Guerra na Síria - Forças Tigre andam ao longo das colinas de Golã

Guerra na Síria - Forças Tigre andam ao longo das colinas de Golã

As "Forças Tigre" começaram a avançar pelas colinas de Golan em direção à cidade de Tasil. A divisão liberta uma cadeia de colinas paralelas ao Golã, contornando as cidades que concordaram em depor as armas. A cidade homônima de Nimar concordou em depor as armas e assinou a reconciliação com o governo sírio. Às 12 horas da tarde, as "Forças Tigre" chegaram à periferia da cidade de Jasim, que também concordou em se reconciliar com as autoridades sírias. As tropas sírias aproximam-se gradualmente da cidade de Tasil para exterminar um dos últimos enclaves do ISIS na Síria.

ATIVEM AS LEGENDAS



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

Guerra na Síria - Forças Tigre chegaram perto das colinas de Golan

Guerra na Síria - Forças Tigre chegaram perto das colinas de Golan

As Forças Especiais 'Tigre' do Exército Sírio chegaram perto das colinas de Golan, ocupadas por Israel.

ATIVEM AS LEGENDAS



 Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sábado, 14 de julho de 2018

Guerra na Síria - Forças Tigre. A Estrada para Daraa

Guerra na Síria - Forças Tigre. A Estrada para Daraa


Os eventos de julho na parte sudeste da província de Daraa continuaram a se desenvolver rapidamente. Após a retirada, "al-Nusra" (proibida na Federação Russa) e dos grupos mais radicais da chamada "Frente Sul" para a fronteira com a Jordânia, a primeira coluna de refugiados começou a voltar para suas casas. Negociadores russos conseguiram convencer a maioria das unidades  da chamada "oposição moderada" a baixar as armas e ir embora sem derramamento de sangue sem sentido. Muitos comandantes de campo locais foram forçados a concordar com as condições apresentadas. O principal objectivo do exército sírio ficou fora da fronteira com a Jordânia - a partir de 7 anos se passaram fornecimento de milícias na província e na cidade de Daraa - o ponto de partida da revolta armada que desencadeou eventos sangrentos na Síria...




Para acompanhar esta guerra, acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

A surpreendente mensagem dos EUA para Bashar al-Assad E A RESPOSTA

A surpreendente mensagem dos EUA para Bashar al-Assad E A RESPOSTA

Traduzido por Eduardo Lima


Daraa por Elijah J. Magnier – @ejmalrai

Um importante tomador de decisões na Síria disse que “os EUA enviaram uma mensagem ao presidente sírio, Bashar al-Assad, que expressa os desejos do establishment dos EUA. Sob esses desejos, há um objetivo israelense compatível com o objetivo de Donald Trump de retirar suas próprias forças da Síria com o mínimo de dano possível. Trump gostaria de evitar o mesmo destino que atingiu as forças dos EUA durante a era de Georges Bush, onde milhares de soldados dos EUA foram mortos em ação ”.

Segundo a fonte envolvida na supervisão de toda a operação militar nos últimos anos de guerra na Síria, “o Presidente Assad foi muito claro em sua resposta ao establishment dos EUA. A Síria - disse Assad - está determinada a libertar todo o território sírio, independentemente das consequências. É claro que há um preço a ser pago para obter a libertação do norte da Síria, que é ocupada tanto pelos EUA quanto pela Turquia, nenhum dos quais foi convidado pelo governo sírio: esse preço vale a pena ”.

A mensagem americana é clara: “Os EUA deixarão a travessia de al-Tanf e abandonarão o nordeste da Síria em al-Hasaka e Deir-ez-zour o mais rápido possível. A única condição é que a Rússia e a Síria garantam a retirada total de todas as forças iranianas do Levante. Os EUA estão prontos para deixar os curdos e deixar que continuem sua negociação com Damasco. O establishment dos EUA reconhecerá a autoridade de Assad sobre a Síria, mas o Irã deve sair ”.

Assad respondeu: "As forças iranianas e seus aliados chegaram à Síria sob um pedido oficial do governo central e partirão quando este governo pedir a saída das forças aliadas, e somente quando todos os terroristas tiverem sido erradicados do Levante".

“Vocês - disse Assad - vieram para a Síria sem permissão e ocuparam nosso território. Portanto, é nosso dever expulsá-lo por todos os meios. Vocês não obterão por negociação e paz o que você não conseguiu após sete anos de guerra ”.



A Rússia desempenhou o papel de carteiro para a troca das mensagens entre EUA e Assad. O presidente Assad, no entanto, informou aos americanos que o Irã não está interessado em permanecer na Síria uma vez que todos os terroristas takfiris estejam mortos e que sua função não seja mais necessária.

O ponto principal é que Assad e seus aliados acreditam que a retirada dos EUA-França-Reino Unido da Síria seria realmente uma conquista. Além disso, tanto o Irã quanto o Hezbollah consideram sua retirada um fato e uma necessidade, uma vez que Assad não precisa mais de sua contribuição. No entanto, ainda há al-Qaeda no Levante e outros jihadistas no norte sob o controle turco. Além disso, ainda há o ISIS no nordeste da área controlada pelos EUA. Tudo isso só pode ser eliminado quando o exército sírio e seus aliados guerreiem contra eles.

Deste ponto de vista, os EUA propuseram que o "acordo" é viável e é considerado razoável por Assad e seus aliados - mas apenas quando o último soldado dos EUA deixar a Síria.

A Rússia atuará como garantidora de seus próprios aliados, e estes se comprometerão a deixar a Síria uma vez que todos os jihadistas não representem mais uma ameaça ao governo central.
Damasco e Teerã encaram positivamente esse "acordo", mas isso não significa que eles confiem num sistema norte-americano liderado por um presidente que possa revogar unilateralmente seus próprios acordos assinados, assim como fez com o acordo nuclear iraniano que assinou com seus aliados. Moscou, Teerã e Damasco estão cientes de que Trump não pode realisticamente manter suas forças na Síria por muito tempo, particularmente porque o sul da Síria está prestes a ser libertado.

Israel, é claro, está tremendo - assim acredita a fonte - com a idéia de que o Irã poderia criar uma cópia do libanês Hezbollah na Síria porque a ameaça será muito maior ao longo de uma fronteira unida, mas muito longa, de Naqoura (Líbano) até as colinas ocupadas do Golan.

Mas no meio de tudo isso, Assad considera que a verdadeira guerra acabou: ele agora tem que lidar apenas com dois países, em vez de centenas de grupos diferentes, não unidos. O presidente sírio acredita que a Síria, como país multiétnico, secular e multicultural, triunfou: venceu definitivamente a batalha contra a "mudança de regime" e a divisão do Levante.

Fonte: