sábado, 8 de setembro de 2018

Assassinato de Zakharchenko: Crime de Kiev e deliberada provocação

Assassinato de Zakharchenko: Crime de Kiev e deliberada provocação


Zakharchenko assinou os acordos [de Minsk – ed.] em nome da da República Popular de Donetsk. A morte de Zakharchenko, como tal, do ponto de vista da lei internacional, não afeta de nenhum modo os acordos de Minsk. Quem assina acordos são os estados, não um ou outro governante, mesmo que o estado signatário não seja reconhecido. 




VÍDEOS COM A PARTICIPAÇÃO DE ZAKHARCHENKO









Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

EUA já marcaram a próxima agressão à Síria? [Análise do Saker]

EUA já marcaram a próxima agressão à Síria? [Análise do Saker]


Parece que o círculo se completa e voltamos ao início: os anglossionistas estão outra vez, ao que parece, preparando-se para usar os mesmos Capacetes Brancos (que também atendem por "terroristas do bem") para executar outro ataque químico sob falsa bandeira na Síria, para outra vez culpar as forças do governo. Os russos estão outra vez avisando o mundo sobre o que está para acontecer e, exatamente como da outra vez, (quase) ninguém deu atenção. 



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

A luta de classes na Independência do Brasil

A luta de classes na Independência do Brasil


O povo na luta pela Independência 

De tão repetida a afirmação de o povo não teria participado das lutas pela independência do Brasil ganhou ares de verdade! Entre os historiadores mais conservadores é muito forte a convicção de que a separação com Portugal teria sido obra exclusiva do herdeiro da Casa de Bragança, o príncipe Pedro, que depois se tornou o primeiro imperador brasileiro.

Por José Carlos Ruy 

O Brasil comemora, neste 7 de setembro, 193 anos daqueles acontecimentos históricos e está às vésperas do segundo centenário daquela data importante. São quase dois séculos de luta pela plena autonomia do país. No início do século XIX foi conquistada a independência política - isso todos aprendemos nas escolas e nas datas comemorativas. Mas a soberania plena, principalmente econômica, ainda não foi conquistada.

A versão de que o povo não participou das lutas pela independência foi construída pelos historiadores conservadores desde a obra de Francisco Adolfo de Varnhagen, o historiador palaciano e conservador, cuja obra - publicada inicialmente em 1853 – injuriou heróis como Tiradentes e José Bonifácio, tratou qualquer rebelião popular como caso de polícia (que em sua opinião mereciam, acusa o historiador Capistrano de Abreu, este sim ligado ao Brasil e aos brasileiros, a forca e o fuzilamento!). E criou s lenda de que a Independência fora obra exclusiva de D. Pedro que teria se tornado, portanto, merecedor da gratidão dos brasileiros. 

Não foi assim que ocorreu entretanto. A independência resultou de lutas intensas, que envolveram os brasileiros na Bahia, Pará, Piauí, Maranhão e também Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e outras províncias.

A ação popular na Independência é pouco estudada e está à espera de seu historiador. No Rio de Janeiro setores populares, plebeus, participaram da luta e publicaram jornais com seus pontos de vista. Um exemplo é a Nova Luz Brasileira, de Ezequiel Correia dos Santos e João Batista de Queirós, que circulou no Rio de Janeiro em 1829, e trazia a visão de “artesãos, comerciantes, farmacêuticos, soldados, ourives, representantes da pequena burguesia e das camadas populares urbanas”. 

Aquele jornal defendia a monarquia constitucional representativa, e condenava “a escravidão e a discriminação racial” e propunha uma limitada “emancipação dos escravos” (Costa: 1977).

Ações semelhantes de gente do povo, como artesãos, pequenos comerciantes, representantes da pequena burguesia, ex-escravos, ocorreram em grande parte das cidades brasileiras. 

No Nordeste a Revolução de 1817 foi um prenúncio dos embates que culminaram na proclamação da Independência cinco anos depois. Havia, desde o fnal do século XIX, um estado de inquietação generalizada no qual crescia a discussão sobre a obediência devia ao monarca, escreveu o historiador Carlos Guilherme Mota. E que dava, às vezes, a “sensação de que se um gritasse todos o seguiriam”. Foi nesse contexto de forte insubordinação que ocorreu a Revolução Pernambucana de 1817 (Mota: 1972).

Aquela inquietação envolvia o povo mais pobre, como registrou o português José Lopes Cardoso Machado, em carta de junho de 1817 (citada por Mota), onde descreveu (com fúria condenatória) a insubordinação popular. Ele investiu contra os boticários, cirurgiões, sangradores, “cabras, mulatos e crioulos” que acusou de andarem “atrevidos” e pregando a igualdade. 

Na Bahia, comportamento semelhante se manifestou na guerra da Independência, vencida pelos nacionais em 2 de julho de 1823, quando as tropas portuguesas comandadas pelo general Madeira de Melo foram derrotadas e expulsas.

Houve conflitos nas ruas de Salvador, com saques e arrombamentos. Nessa luta tombou a heroina da Independência Joana Angélica de Jesus, abadessa do Convento da Lapa, assassinada por tropas portuguesas que invadiram o convento em 19 de fevereiro de 1822.


Conhecida principalmente pelo ato de bravura final de sua vida, Joana Angélica tem hoje sua imagem reconstruída por historiadores que pontuam sua importância também como mártir da fé.

Na Bahia, Pará, Piauí e Maranhão a guerra pela independência talvez tenha sido a maior que ocorreu em toda a América do Sul. Pelo menos foram batalhas nas quais participaram mais soldados do que nas lutas lideradas por Simon Bolivar! 

O movimento pela independência envolveu dois antagonismos sociais básicos. Num nível a luta de classes repetia velhos antagonismos coloniais e opunha a aristocracia rural nativa aos mercadores portugueses. No outro nível estava a polarização mais radical, entre senhores e escravos. 

Desde 1808, com a transferência da Famíilia Real para o Rio de Janeiro (que se tornou a vedadeira capital do Império português), a influência dos grandes negociantes sediados no centro-sul (especialmente a burguesia mercantil do Rio de Janeiro) junto ao príncipe regente, D. João, foi reforçada. Eles foram financiadores interesseiros dos gastos do governo, e conquistaram cargos oficias estratégicos. Foi assim que aquela oligarquia de comerciantes, formada sobretudo por traficantes de escravos, conquistou forte ascendência sobre a nação que se formava. 

Foram seus interesses materiais, de classe, que prevaleceram no processo da Independência. Foram eles que caracterizaram a via não revolucionária para o rompimento com Portugal. Via que Euclides da Cunha, em À Margem da história (1909) classificou pioneiramente como uma “paradoxal revolução pelo alto” (Cunha: 1966).

As atitudes de D. Pedro estavam de acordo com os interesses de classe dessa elite agromercantil formada por negociantes de grosso trato, traficantes de escravos e controladores das navegações de cabotagem. Este foi o setor da classe dominante mais favorecido pela vinda da Família Real, que criou condições favoráveis à expansão da base material de sua existência.

Era uma elite que, preconizando a separação com Portugal, estava solidamente ligada à burguesia estrangeira, principalmente inglesa. O tráfico negreiro era uma das principais atividades do comércio externo devido ao grande volume de dinheiro que envolvia e ao grande número de pessoas que empregava. Os traficantes (só no Rio de Janeiro havia 65 grandes negociantes) constituiam “uns dos mais fortes grupos de pressão existentes na época” (Gorenstein: 1993).

A ideia de Independência definitiva e completa só se configurou claramente diante de duas ameaças: de um lado, a tentativa de recolonização, que vinha de Lisboa depois do retorno da Família Real a Portugal. Do outro, a radicalização democrática da luta pela Independência. 

Aquela elite agromercantil temia, escreveu a historiadora Riva Gorenstein, “que a radicalização do movimento da independência levasse à desorganização do sistema escravista de produção, do comércio interno de abastecimento e das relações mercantis do Brasil com as nações estrangeiras. Temiam que a população livre e marginalizada do processo produtivo se revoltasse, passando a exigir para si uma série de direitos políticos e sociais. Temiam principalmente que os movimentos de rua levassem à anarquia e à destruição da propriedade privada” (Gorenstein, 1993).

Este setor da classe dominante pretendia a mudança política que a Independência significava mas sem qualquer mudança que alterasse a organização social baseada no escravismo, no latifúndio e no comércio colonial. 

No conflito entre os setores plebeus, quem prevaleceu no processo da independência foram os interesses dessa oligarquia formada pelos antepassados da atual elite neoliberal em nosso país.

A história do Brasil independente tem sido marcada pelo conflito entre os interesses daquela elite, que agora é chamada de neoliberal, e os interesses de toda a nação. 

Passados dois séculos desde a independência, o mesmo conflito opõe a especulação financeira aliada ao imperialismo ao povo, aos trabalhadores e empresários da produção. 

Esse conflito foi, historicamente, resolvido à direita. José Bonifácio não conseguiu manter-se no governo, nos anos da Independência, pois entrou em choque com os antepassados dos atuais neoliberais que não aceitavam qualquer programa de desenvolvimento autônomo para o Brasil. Mais tarde, Floriano Peixoto, Getúlio Vargas e João Goulart também não conseguiram manter-se no governo pelas mesmas razões - bateram de frente com os privilégios daquela elite especuladora e anti-nacional. 

O mesmo conflito do povo contra as forças anti-nação está colocado hoje para os brasileiros: a luta para completar a tarefa da Independência e garantir um desenvolvimento que atenda ao bem estar de todos e fortaleça a soberania do Brasil.

Referências

Abreu, Capistrano de - "Necrológio de Francisco Adolfo de Varnhagen, Visconde de Porto Seguro, in Ensaios e Estudos, 1ª Série. Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 1975

As Câmaras Municipais e a Independência 
1973 - Rio de Janeiro/Brasília. Conselho Federal de Cultura/Arquivo Nacional. Departamento de Imprensa Nacional. Vol. II, 1973

Costa, Emília Viotti da. “José Bonifácio: mitos e fábulas”. In Costa, Emília Viotti. Da monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo, Editorial Grijalbo, 1977

Cunha, Euclides. Antologia. Organizador: Olympio de Souza Andrade. São Paulo, Edições Melhoramentos, 1966

Gorenstein, Riva. Comércio e política: o enraizamento dos interesses mercantis portugueses no Rio de Janeiro (1808-1830). In: Lenira Menezes Martinho e Riva Gorenstein. Negociantes e caixeiros na sociedade da Independência. Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, 1993.

Mota, Carlos Guilherme. Nordeste 1817. São Paulo, Perspectiva, 1972

Mota, Carlos Guilherme. 1822: dimensões. São Paulo, Perspectiva, 1972 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

HANGOUT DE ESQUERDA - Atentado contra Jair Bolsonaro

HANGOUT DE ESQUERDA - Atentado contra Jair Bolsonaro


Gláucio Gonzales, Eduardo Lima e Bernardo Beck falam suas opiniões sobre o atentado contra Bolsonaro. 



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

MELHOR ÂNGULO DO ATENTADO CONTRA BOLSONARO

MELHOR ÂNGULO DO ATENTADO CONTRA BOLSONARO


Verdade ou mentira? Tirem suas próprias conclusões. 



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

JAIR BOLSONARO É ESFAQUEADO EM COMÍCIO EM MINAS GERAIS

JAIR BOLSONARO É ESFAQUEADO EM COMÍCIO EM MINAS GERAIS


Segundo a Polícia Militar, um suspeito foi detido e um inquérito será instaurado para apurar a agressão



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Guerra na Ucrânia - Biografia de Alexander Zakharchenko

Guerra na Ucrânia - Biografia de Alexander Zakharchenko



Difícil, mas pronto para o compromisso, se for para o benefício da república. Apesar do cargo, Alexandra Zakharchenko raramente foi visto em um terno, com uma gravata e, em geral, nos escritórios. Ele não gostava da conferência de imprensa, em muitas simplesmente não vinha. Mas quase não deixava a linha de frente.

ATIVEM AS LEGENDAS




VÍDEOS COM A PARTICIPAÇÃO DE ZAKHARCHENKO









Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Guerra na Ucrânia - Funeral de Alexander Zakharchenko: herói da Novarrússia

Guerra na Ucrânia - Funeral de Alexander Zakharchenko: herói da Novarrússia


A procissão fúnebre foi seguida por parentes e amigos, camaradas de armas, camaradas de armas, representantes de delegações estrangeiras da Federação Russa, Crimeia, Ossétia do Sul, Abkházia, milhares de cidadãos indiferentes.


As pessoas gritavam "Obrigado!" E acompanhavam o caixão com o chefe da República com aplausos. A carreata funerária seguiu pela rua Artem, bem como na Avenida Mayakovsky, depois até a administração do chefe da República Popular Popular de Donetsk - o local de trabalho de Alexander Zakharchenko. Então, a procissão seguiu para o local do enterro no "Beco dos Heróis".

Lembre-se, Donetsk diz adeus ao chefe da República Popular de Donetsk, Alexander Zakharchenko, que morreu em consequência do ato terrorista no café "Separ" no centro da cidade. A explosão ocorreu em 31 de agosto de 2018.

VÍDEOS COM A PARTICIPAÇÃO DE ZAKHARCHENKO








Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

De Luzia aos dinossauros, o que se perdeu no Museu do Rio?

De Luzia aos dinossauros, o que se perdeu no Museu do Rio?


O Museu Nacional do Rio de Janeiro tinha 200 anos. Tinha 20 milhões de artigos que quase completamente perdidos. Irremediavelmente. O meteorito de Bengedó sobreviveu ao incêndio.



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

Bolsonaro é a Segunda Opção do Mercado contra os pobres [Resposta ao Breno Altman]

Bolsonaro é a Segunda Opção do Mercado contra os pobres [Resposta ao Breno Altman]


Nesse vídeo eu faço uma crítica ao comentário do jornalista Breno Altman do site Opera Mundi/247. 



Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

ASSAD SE REUNIU COM O MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES IRANIANO


 Traduzido por: Diego Lopes


O presidente sírio Bashar Assad se reuniu com o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, durante o qual as partes discutiram o desenvolvimento da cooperação após a vitória sobre o terrorismo.

De acordo com o serviço de imprensa do Ministério das Relações Exteriores do Irã, foi enfatizado na reunião que após a vitória na luta contra o terrorismo, é necessário que ambos os países "desenvolvam a cooperação em vários campos, especialmente na cooperação econômica".

"E as empresas iranianas participaram ativamente da reconstrução do país", disse o relatório.

Zarif e Assad também abordaram questões de cooperação bilateral, problemas regionais e a questão do retorno dos refugiados.

Mais cedo Zarif chegou em uma visita a Damasco.


News Front 

sábado, 1 de setembro de 2018

O Pentágono reconhece ter gasto US $ 1,5 trilhões em guerras desde o 11-de-Setembro

O Pentágono reconhece ter gasto US $ 1,5 trilhões em guerras desde o 11-de-Setembro


De acordo com uma estimativa publicada pelo Pentágono, o custo das guerras travadas desde o 11 de Setembro de 2001, no quadro da estratégia Rumsfeld-Cebrowski, se eleva a mais de US $ 1.500 mil milhões de dólares [1]. As despesas mais importantes ocorreram no segundo mandato de George Bush Jr. e no primeiro mandato de Barack Obama.

Estes dados são contestados pela Brown University. Segundo ela, os custos reais são quatro vezes maiores, da ordem de US $ 5. 600 mil milhões [2].

Apresentada como a «guerra global ao terrorismo», todos esses conflitos visavam na realidade, de acordo com o Almirante Arthur Cebrowski, destruir as estruturas estatais da parte do mundo não conectada à economia global.

[1] Quarter 2: Cost of War Update as of March 31, 2018, US Department of Defense.

[2] Summary of US Costs of War in Iraq, Afghanistan, Pakistan, Syria and Homeland Security, FY2001-2018 («Resumo dos Custos para os EUA da Guerra no Iraque, no Afeganistão, na Síria e Segurança Interna, FY2001-2008»- ndT), Brown University.



Guerra na Ucrânia - República Popular de Donetsk - Super compilação #3 [Arquivo 2015]

Guerra na Ucrânia - República Popular de Donetsk - Super compilação #3 [Arquivo 2015]


Em 2014 ocorreu um golpe de Estado na Ucrânia, conhecido como "Revolução Euromaidan", que instalou no poder uma Junta pró-americana, neonazista e russofóbica que está praticando genocídio contra a minoria russa do país. A resistência se organiza na região do Donbass onde o povo pró-russo organizou milícias de autodefesa e proclamou as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk.


Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo

Guerra na Ucrânia - Alexander Zakharchenko foi morto hoje [Análise do Saker]

Guerra na Ucrânia - Alexander Zakharchenko foi morto hoje [Análise do Saker]

Traduzido por Eduardo Lima


Agora foi confirmado que Alexander Zakharchenko foi assassinado hoje. Você pode ler alguns dos detalhes neste artigo RT aqui: https://www.rt.com/news/437357-head-donbass-republic-killed/

Este assassinato realmente parte meu coração, mas também me preocupa e me deixa doente. Como os assassinatos de Morotola ou Givi, este assassinato mostra que há um problema significativo e massivo com os serviços de segurança da República Popular de Donetsk/República Popular de Lugansk (RPD/RPL). Eu não sei se isso é pura incompetência ou traição, mas a verdade é que, embora os assassinatos de líderes carismáticos ocorram em todos os conflitos, isto é a exceção, não a regra (muitos líderes foram mortos durante, por exemplo, a guerra civil na Bósnia?). É *possível* proteger os comandantes e oficiais (existem forças especiais e serviços que podem fazê-lo muito bem). Quando é a regra, a coisa mais certa é que algo está muito errado.


Líderes novorussos, Motorola e Givi, também foram 
mortos por grupos de infiltração e sabotagem ucranianos

Há dois anos, escrevi um artigo intitulado "O assassinato do Motorola, perguntas que devem ser respondidas", pelo qual fui criticado histericamente por alguns fãs ignorantes, mas as perguntas que fiz ainda permanecem sem resposta até hoje. Francamente, duvido muito que elas sejam respondidas desta vez também.

No meu artigo de 2016, fiz a pergunta cui bono (a quem interessa) em referência aos assassinatos de tantos líderes de RPD/RPL.

Agora eu pergunto o mesmo, cui bono a negação sistemática de que há um grande problema com os serviços de segurança de RPD/RPL.

Dois anos após o assassinato do Motorola, os novorussos claramente não resolveram seu problema de segurança. É por isso que só posso oferecer a mesma conclusão de dois anos atrás:

Idealmente, os russos devem enviar algum patriota inteligente e implacável, como a General Shamanov, para ir para Lugansk e Donesk e ler quarenta locais (generais russos são muito bons em tal tipo de coisa) e se eles oferecerem resistência, apenas expulsá-los de seus escritórios (os generais russos também são bons nesse tipo de coisa).

Neste momento, quase todos os principais líderes e heróis novorussos foram mortos e é tarde demais para fazer algo a respeito. Mas alguém terá que tomar o seu lugar e são eles que os russos devem proteger agora.

Viver em uma negação profunda, cantando vivas e agitando bandeiras é muito bom, mas não quando as pessoas são mortas como resultado.

"Com os santos descanse, ó Cristo, a alma de seu servo Alexsander, onde não há dor, nem tristeza, nem sofrimento, mas vida eterna."

O Saker


VÍDEOS COM A PARTICIPAÇÃO DE ZAKHARCHENKO








Acesse o Canal Eduardo Lima - Anti-imperialismo